Coronavírus

Entidade comercial avalia como positiva a retomada, mas receia aglomerações

publicado em 8 de junho de 2020 - Por BJD
Arquivo: Bragança Jornal

O primeiro sábado do mês de junho foi bastante movimentado nas ruas de Bragança Paulista, principalmente na área central, onde está localizada a zona vermelha, segundo o Plano de Retomada Econômica da Prefeitura. Foram observadas grandes filas principalmente em lojas de departamento.

Na esquina da Rua Barão de Juqueri com a Avenida José Gomes da Rocha Leal, clientes de uma loja de eletrodomésticos formaram extensa fila para o pagamento de carnês, que chegou próxima à Padaria Cardoso. Nas ruas Cel. João Leme (Rua do Comércio), Cel. Teófilo Leme (Rua do Mercado), Barão de Juqueri e Praça Raul Leme o movimento foi intenso.

FISCALIZAÇÃO

A fiscalização continua intensa. Relatório divulgado pela Prefeitura no sábado, 6 de junho, aponta que 23 estabelecimentos foram fechados. Os motivos, segundo o  secretário municipal de Segurança e Defesa Civil Dorival Francisco Bertin, foram por estarem em desacordo com o dia de funcionamento ou por não cumprirem as exigências do decreto, como falta de álcool em gel, etc.

Os fiscais da Vigilância Sanitária (Visa) realizaram 72 inspeções. Também foram feitas 19 notificações de adequações pelos fiscais.

Leitores têm indagado sobre a fiscalização em restaurantes e bares. Segundo Bertin, não houve nenhuma denúncia nos últimos dias. “Há três equipes de fiscalização que trabalham diuturnamente: a Guarda Civil, fiscais de posturas e Vigilância Sanitária. Além das fiscalizações diárias, atendemos as denúncias”, afirmou o secretário.

O Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus tem diariamente citado sobre a importância de a população denunciar locais com aglomerações. As denúncias podem ser feitas pelo telefone da Guarda Civil Municipal, através do 153.

ABERTURA TÍMIDA

Quem reabriu as portas no último sábado, 6, foi o Bragança Garden Shopping, com um movimento bastante tímido. Segundo informações levantadas pelo Bragança-Jornal, apenas três estabelecimentos da praça de alimentação funcionaram, assim como poucas lojas, sendo elas as de grandes redes. Além disso, conforme apurado, alguns proprietários devem entregar os pontos comerciais em breve e já estão demitindo funcionários.

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