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O mundo que queremos

publicado em 21 de julho de 2020 - Por Ambiente em Pauta

Muitas vezes nos pegamos dizendo que está tudo um caos, que tudo deveria ser diferente, críticas atrás de críticas. Mas afinal, qual o mundo que queremos? O que temos feito para merecermos esse mundo?

Nós temos o costume de falar, reclamar; achar os problemas facilmente faz parte da nossa cultura. Sim, está tudo errado, um caos, é um fato, mas o que podemos fazer para ver a mudança acontecer? O que em nós podemos transformar, para cultivar, cuidar e criar um ambiente melhor?

Temos falado o tempo todo, através de tutoriais, pesquisas, trabalhos, mesas de diálogo, conversas, partilhas e trocas de saberes na escola, faculdade, cursos, espaços profissionais, alguns exemplos de como sermos um pouco melhor, como podemos mudar algumas atitudes. Um monte de estímulos o tempo inteiro, pode nos deixar um pouco malucos, mas com filtros, podemos escolher, com calma, um por vez, acolher essa mudança.

Assim como nós não emagrecemos do dia pra noite, ou ficamos ricos de um dia para o outro, não mudamos nossas atitudes assim de repente, é preciso esforço, vontade, prática, tentativa, erro, acerto… Conforme tentamos e nos esforçamos, vamos acertando.

Dessa maneira, com muito carinho, conseguiremos prosperar um mundo melhor juntos. Quem sabe comecemos a separar os recicláveis dos rejeitos e orgânicos, e com o tempo, estudando, essa atitude vai preencher de sentido e assim conseguiremos no final compostar os alimentos orgânicos da nossa casa, e reciclar os resíduos de uma maneira que não sobrem rejeitos.

Com essas pequenas atitudes, de pouco em pouco, nos formamos e temos a possibilidade de levar para o outro, ajudar as pessoas a fazer o mesmo também. Portanto, temos aqui a oportunidade de sermos a mudança que queremos de fato no mundo. Mundo esse que queremos próspero e abundante.
“O mundo que a gente quer, depende do que a gente faz.”

Laíza Teixeira Pedroso – Tecnóloga e Educadora Ambiental,  colaboradora do Coletivo Socioambiental e Associação Bragança Mais, e-mail  para sugestão e diálogos: laizateixeirapedroso@gmail.com

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