Colunistas

O Florescimento da Música Inglesa

publicado em 13 de agosto de 2020 - Por Odila Baisi

Após um silêncio de séculos, a Inglaterra surge, como a Espanha, rejuvenescida e com vigorosas figuras no concerto musical das nações. Na primeira geração destacam-se Sir Edward Elgar (1857-1934) , Frederick Delius (1863-1934), Ralph Vaughan Williams (1872-1958) e Gustav Holst (1874-1934), autores de grandes obras, sobretudo sinfonias e oratórios.

Segue-se lhes um grupo tão numeroso como talentoso, no qual se distinguem Arnold Bax, Arthur Bliss, Constantin Lambert, Michael Tippett, Edmund Rubbra, Alan Rawsthorne, Lennox Berkeley e como figuras internacionalmente conhecidas Benjamim Britten e William Walton. Britten é compositor de “Peter Grimes”, ”O Rapto de Lucrécia”, “The Turn of the Screw”, “Um Sonho de Uma Noite de Verão” e outras. Um dos autores dramáticos com mais sucessos dessa época; a sua inspiração nutre igualmente obras de concerto e de câmara de suprema qualidade.

Deve-se a Walton em primeiro lugar uma ópera (“Troilus e Cressida”) e um excelente concerto de viola.