Cotidiano

E o presidente Jair Messias Bolsonaro entrou na fase das viagens exteriores

publicado em 23 de março de 2019 - Por Dirce Guimarães

Pois é, diante do quadro político que estamos vivendo, a população está com cara de interrogação. Parece que a insegurança domina. As perguntas se repetem: Onde vamos parar? Como estamos? Eu estou com medo, e você? Quais os desdobramentos? Para nós, da banda de cá,as respostas estão no “achômetro”, embora muitas conjeturas pareçam verdadeiras. Das prisões decretadaspela lava-jato, a prisão de Temer teve grande repercussão.

O vice Hamilton Mourão, em entrevista, disse que o caso provoca “um ruído”. Um ruído??? Perguntas insistentes: A prisão de Temer foi na hora certa? Quais as consequências? Por que só após 40 anos de corrupção?Não convence a resposta: “Antes tarde do que nunca”.Bem, depois de todos os “finalmentes”, tudo o que foi surripiado voltará para os cofres públicos? Para nós a prisão só tem validade se vier acompanhada da devolução do roubo com juros e correção.

E O PRESIDENTE JAIR MESSIAS BOLSONARO ENTROU NA FASE DAS VIAGENS EXTERIORES

Não completou três meses de governo, não deu tempo para esquentar o assento da cadeira presidencial e nem de apresentar o balanço dos primeiros 90 dias, lá vai o Presidente com o seu filho e mais a comitiva governamental para os Estados Unidos, que tem como presidente o Trump. O que levou, o que deixou e o que trouxe? Hoje está no Chile, por certo o segundo país será a Argentina. Vamos aguardar. Por enquanto nestes primeiros meses de governo, o Presidente Bolsonaro patina, falta estofo nas suas falas, nos seus atos, até no seu gestual.

Falta-lhe “figura”, “presença” de Presidente. A impressão que se tem é que ele ainda não incorporou o cargo, falta aquele algo a mais. E nós continuamos querendo um Brasil próspero, com justiça social, sem corrupção, sem politicalhas, sem o toma lá dá cá. Pois é, parece que: Não é muito afirmar:”Tudo está como d’antes no castelo de Abrantes”. É o preço da governabilidade, que se traduz pelas barganhas, pela política franciscana do “É dando que se recebe”. Deputados e senadores estão nesse aguardo. Muito estranho o que disse o Presidente a respeito da prisão de Temer: “a prisão era resultado de acordos, em nome da governabilidade”. Governabilidade? Como traduzir essa sua fala? (Fonte: F. São Paulo –A2 22/3/19).

E NÓS AQUI NO NOSSO DIA A DIA DA NOSSA BRAGANÇA URBANA E DA NOSSA BRAGANÇA RURAL (A ESQUECIDA)

Ouvir as falas do Prefeito, as explanações de suas propostas, de seus projetos no tempo presente/futuro, com o devido eco nas falas do seu secretariado, parece que estamos vivendo numa realidade “real”, onde se respira tranquilidade, os problemas que por ventura apareçam a solução é imediata, tudo funciona em sintonia, não existem obras no aguardo, todas estão em ritmo célere, com previsão de término até dezembro/2020.

Claro que aquela observação necessária faz parte de toda fala, intuindo continuidade: “Sabemos que tem muita coisa a ser feita”. Pois é, mas quando percorremos a nossa Bragança nas suas ruas, avenidas, praças, calçadas, quando verificamos prédios públicos, praças de esporte, parquinhos, limpeza de ruas, das praças, dos lagos, do Jardim Público, recapeamentos asfálticos inacabados, falta de sinalização de solo, falta de faixa para pedestre em locais insistentemente solicitados, mato por todo canto nos terrenos baldios e muito muito mais coisas a enumerar na Saúde, Assistência Social, Educação, Segurança, Trânsito etc. etc. etc. etc. E nossa “conversa” é socializada. E o ditado diz assim: “A voz do povo é a voz de Deus”.

Assessores e Secretários não devem ficar circunscritos nos seus gabinetes, precisam sair a campo, levantar e conhecer os problemas e buscar soluções. Difícil conviver com prédios abandonados, com tapumes “ad aeternum” nas calçadas, com construção parada de prédio no centro da cidade, transformado em abrigo de animais peçonhentos, ratos, baratas, gambás etc. Não se faz fiscalização? O que está acontecendo Senhor Prefeito? Bem, a Zona Rural é um caso a parte. É preciso cuidar! É preciso apoiar! É preciso respeitar! É preciso projetos! Festa do Peão não é agro, não é tech, nem pop para o produtor rural. Nem estradas conservadas? Como?

A C O R D A B R A G A N Ç A ! ! !