Cotidiano

Câmara entrega título de Cidadão Bragantino à escritora Lóla Prata e pastor Vagner

publicado em 6 de dezembro de 2019 - Por BJD
Lóla Prata recebeu o título por indicação da vereadora Fabiana Alessandri. Ao lado, Pastor Vagner foi homenageado pelo vereador Natanael Ananias (Crédito: DCI)

Na quinta-feira, 5 de dezembro, a Câmara Municipal realizou a entrega de dois títulos de Cidadão Bragantino: os homenageados foram a escritora Lóla Prata e o pastor Vagner Roberto Salvador.

A primeira solenidade ocorreu às 16h00. A escritora e fundadora da Associação dos Escritores de Bragança Paulista (ASES), Maria de Lourdes Prata Garcia, conhecida como Lóla Prata, recebeu a honraria por indicação da vereadora Fabiana Alessandri (PSD). Nascida na cidade de Santos (SP), filha de pai bragantino e mãe santista, Lóla Prata se mudou para Bragança Paulista em 1974, quando o marido, funcionário do Banco do Brasil, foi transferido para a cidade.

Há cerca de trinta anos, durante a realização de um festival na Faculdade São Francisco, hoje Universidade, a homenageada percebeu que muitos bragantinos apreciavam a literatura e a arte de escrever, e deu início à articulação do grupo que idealizou a ASES. Lóla é autora de dezenas de livros publicados e outras tantas obras ainda “no prelo” e também idealizadora de projetos que visam preservar a identidade cultural bragantina.

“Certamente, os caminhos delineados por Deus me conduziram até aqui [Bragança Paulista]. Aqui não sabia da existência de poetas, do codinome ‘Cidade Poesia’. Mas o que me fez ficar em Bragança e amar a cidade cada vez mais foi o pessoal daqui. As pessoas foram de um acolhimento essencial para a minha vida”, afirmou Lóla.

PASTOR VAGNER

À noite foi a vez do pastor Vagner Roberto Salvador receber a mais alta honraria concedida pelo Poder Legislativo, que foi entregue ao religioso por indicação do vereador Natanael Ananias (PSC). Natural de Santo André, o pastor Vagner foi enviado para Bragança Paulista em 2002 e atualmente lidera 25 congregações e cerca de 3.500 membros.

“Sou honrado por receber o título de cidadão bragantino, que já me foi ofertado em outras oportunidades pelo vereador Natanael, em que relutei, pois entendo que o pastor tem que aprender a viver a solidão, porque se começarmos a imaginar elogios, abraços e homenagens, a função vai ficando desgastada e longe do objetivo de orientador espiritual. Dirigir uma igreja e receber um salário no fim do mês não é difícil, o desafio está em corresponder aos desígnios de Deus para a nossa vida e é o que tenho tentado fazer de alguma maneira”, disse o pastor.