Coronavírus

Secretária de Saúde faz pronunciamento sobre o panorama da Covid-19 no município

publicado em 6 de janeiro de 2021 - Por BJD

Na tarde desta quarta-feira, 6 de janeiro, a secretária da Saúde, Marina de Oliveira, em pronunciamento pela página oficial da prefeitura no Facebook para atualizar a situação da Covid-19, apresentou gráficos que apontam que o pico de casos em Bragança Paulista aconteceu no mês de agosto; houve queda nos meses seguintes, até novo aumento no mês de dezembro.

BAIRROS DE MAIOR INCIDÊNCIA

A Zona Norte lidera os bairros com maior incidência de Covid-19. Na Planejada II, desde o início da pandemia foram confirmados 328 casos (257 recuperados). Na sequência estão: Águas Claras com 280 casos (213 recuperados), Centro com 247 (176 recuperados) e Planejada I com 240 casos, sendo que 190 já se recuperaram.

FAIXA ETÁRIA

A grande parte dos casos confirmados estão na faixa etária de 20 a 39. Atualmente, há 2.546 confirmados e 635 em análise. Por outro lado, a maior incidência de óbito está na faixa de 70 a 79 anos.

CASOS

Não necessitaram de hospitalização 92% dos casos confirmados (5.875), considerados leves. De leve a moderado foram 2,1%, o que significa que 136 pessoas precisaram de hospitalização de até quatro dias. Os casos moderados correspondem a 3% (192) e grave 2,9% (185). Dos casos graves no município, 57% foram a óbito, 17% estão em acompanhamento e 26% recuperados.

EVOLUÇÃO NOS ÚLTIMOS DIAS

Bragança Paulista notificou entre 5 e 6 de janeiro, 190 novos casos suspeitos da doença. Dos que aguardavam exame, 49 foram descartados, 19 confirmados e 1.353 ainda continuam em análise.

Desde o início da pandemia foram 13.903 notificações feitas ao Ministério da Saúde, das quais 6.162 foram descartadas (44%) e 6.388 confirmadas (46%). Os óbitos até o momento somam 105, o que corresponde a 1,6%. Aguardam resultados de exames 10% dos casos notificados, 1.353 pessoas. Dos casos suspeitos, 97,7% (1.322) estão em isolamento domiciliar, 1,8% (24) em isolamento clínico, 0,4% (5) em UTI e dois foram a óbito (0,1%).

Além disso, também houve diminuição na ocupação de leitos de UTI. Em 4 de janeiro, a taxa era de 119%, e em 6 de janeiro estava em 114,2%, o que significa que todos os 21 leitos SUS estavam ocupados e mais três leitos UTI não Covid. Já a ocupação de leitos de Enfermaria aumentou de 62,5% para 87,5%, o que significa que dos 40 leitos disponíveis, 35 estavam ocupados. A secretária de Saúde destacou o repasse de mais de R$ 3 milhões da Secretaria de Estado da Saúde. “Estamos em tratativas para a liberação dos leitos”, afirmou.

Marina reforçou as medidas de enfrentamento à Covid-19 e também fez um alerta relacionado à dengue. Dentre as recomendações, destacou: “Eliminar vasilhas que possam acumular água, lavar as vasilhas dos animais domésticos, tampar caixas d’água e limpar calhas”. “A maneira de vencermos a dengue é eliminando criadouros”, ponderou.

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