Coronavírus

Com mais dois óbitos, município totaliza 38 mortes por Covid-19

publicado em 10 de agosto de 2020 - Por BJD

A Secretaria Municipal de Saúde confirmou no final de semana mais dois óbitos decorrentes do novo Coronavirus em Bragança Paulista. Com isso, o município totaliza 38 mortes desde o início da pandemia, em março.

Os óbitos são de dois homens, um de 65 anos, que faleceu na sexta-feira, 7 de agosto, e outro de 68, que faleceu no sábado, 8. Ambos estavam internados em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

De acordo com os boletins divulgados entre sábado, 8, e esta segunda-feira, 10, o número de novos casos confirmados por Coronavírus foi de 139.

Das 2.158 pessoas que contraíram o novo Coronavírus, 1.405 já se recuperaram, o que representa 65% do total; e 715 estão em tratamento.

O percentual de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nos três hospitais locais (Santa Casa, Hospital Universitário São Francisco e Hospital Bragantino), nesta segunda-feira, 10 de agosto, estava em 78,8%; e de enfermaria em 56,7%. Ou seja, dos 33 leitos de UTI, 26 estavam ocupados; e dos 30 leitos de enfermaria, 17 estavam ocupados. Esses leitos atendem a toda a Região Bragantina. Apenas de Bragança Paulista há 29 pessoas internadas, entre UTI e enfermaria, sendo 14 confirmados e 15 suspeitos.

ATIBAIA TEM 36 ÓBITOS

A Prefeitura de Atibaia confirmou no final da tarde da última sexta-feira, 7, o 36º óbito na cidade, o de uma mulher de 55 anos que estava internada no Hospital Bragantino e faleceu na quinta-feira, 6.

‘DESAFIO HUMANO’ DA VACINA

A controversa ideia de infectar propositalmente pessoas com o coronavírus para acelerar os testes de uma possível vacina vem ganhando força na comunidade científica internacional e entre voluntários brasileiros. No mês passado, a organização americana 1DaySooner, criada em abril para advogar pela realização desse tipo de estudo, recebeu o apoio de mais de 150 cientistas, incluindo 15 ganhadores do Prêmio Nobel.

A entidade já registrou a inscrição de 32 mil voluntários de 140 países que se dizem dispostos a participar do teste. Mais de 9 mil são brasileiros – segundo maior contingente após os norte-americanos, com 15 mil.

No estudo de desafio humano, como esse tipo de teste é conhecido, voluntários recebem a vacina em teste ou placebo, para posteriormente serem infectados com o vírus, o que permitiria aos cientistas observar mais rapidamente se o imunizante tem eficácia.

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