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Resolvidos

publicado em 1 de dezembro de 2018 - Por Marcus Valle

         Prefeito cumpriu as duas promessas de resolver rapidamente dois problemas de trânsito: 1º – o acesso ao Bairro Vista Alegre (instalaram as lombadas) e 2º – a implantação de faixa elevada para pedestres na Variante do Taboão, em frente a “Vitrine do Lago”. Cobramos e fomos atendidos.

2 – Cruzamento perigoso

          Mas existem outros pontos perigosos no nosso trânsito e que precisam ser resolvidos. Um deles é famoso cruzamento entre a Rinzo Aoki e a Quinze de Dezembro (próximo ao estádio de futebol ao lado do Tanque do Moinho). Carros de quatro sentidos se encontram (e o DER só faz anúncios, mas nada resolve).

3 – DER… e a entrada da Serrinha

          Na entrada para o Bairro da Serrinha (estrada Bragança – Piracaia) o perigo é constante. Para entrar no bairro os veículos que vêm de Bragança, têm que cruzar a contramão, ou parar no meio da pista se estiver passando carro (não há sequer acostamento para esperar).

Quem vem do outro sentido (de Piracaia) tem enorme declive para o acesso.

Eu e a vereadora Fabiana pedimos providências ao DER.

4 – Sugestão

          Prefeitura deveria este ano fazer a festa de Réveillon com fogos de artificio coloridos, sem aqueles de “tiros” (com fortes estampidos). É bonito, e seria exemplar. Eu e a vereadora Beth Chedid sugerimos isso.

5 – Única rota… perigosa

          Os veículos que transitam dos bairros Bosques da Pedra e Jardim Santa Helena, atualmente só têm uma rota para acessar o centro da cidade.

É a Rua Francisco Luigi Picarelli (perto do Colégio Anglo) onde há acesso a uma rotatória na Variante do Taboão.

Nesse cruzamento (da rotatória), devido ao grande movimento, há muitos acidentes (noutro dia uma ambulância foi atingida). Fundamental sinalizar melhor o local e ativar uma nova rota para o centro. Os engarrafamentos são constantes na Variante.

6–Acidente com van escolar

          Na sexta-feira (dia 23/11) uma van escolar, com várias crianças, por defeitos mecânicos (freio, ao que tudo indica) caiu num ribeirão. Por sorte ninguém foi atingido pela van, e ninguém morreu quando ela caiu no riacho.

Isso demonstra que os veículos que transportam crianças devem ser constantemente vistoriados, e esse fato, rigorosamente apurado.

7 – Enchentes

          No final de semana passado, tivemos vários pontos de alagamentos na cidade, com sérios prejuízos (nenhuma morte, felizmente).

Podem ser tomadas medidas para atenuar o problema – aliás, várias administrações já fizeram algo – mas a resolução depende de muitos recursos.

8–Aumento de casos

          Desemprego, crise na economia e uso intenso de tecnologia contribuíram para uma explosão de doenças de saúde mental no Brasil (ansiedade, depressão e estresse). O número de consultas psiquiátricas saltou de 2,9 milhões em 2012 para 4,8 milhões em 2017. Isso reflete na saúde pública, na produção econômica, na previdência e no custo dos planos de saúde.

9 – Livros

          Tive oportunidade de ler dois livros de autores bragantinos: “Fissuras”, de Henriette Heffenberger, e “Outra Guerra das Malvinas” de Eduardo Gayer.

A obra de Henriette é composta por 20 contos rápidos que prendem a atenção, numa narração gostosa de ler. Destaco três: o “Demônio quando quer ficar bonito”; “Miados ao Léu” e “Fissura”, que deu o título ao livro. Neles ela destaca o mundo marginal dos excluídos e da realidade cruel e hipócrita.

Já o livro do Eduardo é sobre a guerra das Malvinas, entre Argentina e Grã Bretanha em 1982. Ele vai às ilhas e narra, em linguagem acessível e bem elaborada, as causas da guerra, condições precárias das tropas argentinas, dados sobre o conflito, como se vive no local e principalmente o drama das famílias argentinas que tiveram seus filhos mortos, mas sem identificação (não permite sequer o luto). Enfim, bela obra reportagem.

10 – Folclore

          Eu e o Quique Brown não somos nenhum exemplo de elegância, em termos de roupas que usamos.

Mas, estávamos num evento, e apareceu um conhecido vestido de forma estranhíssima… uma camisa listrada, gravata de bolinhas, paletó roxo e calça preta. Enfim… um horror.

O Quique começou a brincar com o cara, fazendo gozações com a vestimenta dele. Ele reagiu…dizendo que o Quique não era nenhum exemplo como estilista.

Resolveu pedir meu apoio, e perguntou:

Marcus, você que é advogado, tem alguma lei que proíbe de eu me vestir assim?

         Respondi de pronto:

Nenhuma.

         Mas para não perder a piada, completei:

A não ser a chamada lei do bom senso.