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Raposão e seus 55 anos

publicado em 30 de junho de 2020 - Por João Raposo

Raposão se lembra como se fosse hoje, quando tinha apenas uns 8 anos e, de mãos dadas com minha mãe (a saudosa Dona Clarisse), ouvi uma conversa entre ela e uma pessoa que dizia ter “30 anos”. Estou “falando” provavelmente do ano de 1973. Naquela época, no auge da minha infância e com apenas 8 anos, eu olhava para a aquela pessoa e pensava: nossa, que pessoa velha! Não quero chegar nessa idade não! Ficar tão velho assim eu não quero! Enfim, era este o meu pensamento, então um pequeno menino.

Passado todo esse tempo, acho incrível como certas coisas a nossa mente guarda e consigo lembrar como se fosse hoje. E esta foi uma passagem da minha vida que, não sei por que motivo, meu cérebro guardou. Note que eu, naquela época uma criança, estava me referindo como “velha” uma pessoa de apenas 30 anos. Como se vê, a referência de velhice depende da idade da pessoa que analisa. Para Raposão, naquela idade, com apenas 8 anos, talvez até uma pessoa de 15 anos seria considerada “velha”, quanto mais aquela de 30 anos, que devo ter considerado “velhíssima!”.

Pois bem, na semana passada, mais precisamente no último dia 24.06.20, cheguei aos meus 55 anos de vida, e é óbvio que já descobri, faz tempo, que jovem é aquele que pensa jovem, que vive jovem. A idade, sem dúvida nenhuma, está na mente da pessoa, pois nosso físico nem sempre representa nossa idade mental. Desta forma, conheço pessoas jovens que pensam como velhos e conheço pessoas velhas que pensam como jovens. É assim que “funciona” a vida.

E aquela pessoa de 30 anos que vi quando eu tinha 8 anos e achei velha, por onde será que anda? Ora, se ela estiver viva, hoje terá cerca de 77 anos e Raposão só pode desejar a ela, tanto quanto desejo a mim, que, lembrando, fiz 55 “primaveras” na semana passada, que ela tenha vivido e que continue a viver de maneira jovem, leve, descontraída, afinal é assim que a vida deve ser encarada! Além do mais, se tem uma coisa que também sempre pensei, é o seguinte: “de que adianta levar a vida tão a sério se não sairemos vivos dela?”.

Hoje, 30.06.20, já é o sétimo dia dos meus 55 anos…e que venham quantos mais o Pai criador permitir! Aproveito para agradecer aqui as inúmeras mensagens de felicitações que recebi!

E dias melhores hão de vir!

“PARA NÃO FALAR QUE NÃO FALEI DAS FLORES”

Esta frase, tão usada na época da chamada ditadura (segundo pesquisa que vi neste último final de semana, uns dizem que houve ditadura, outros dizem que não houve – meu Deus! Estão fazendo pesquisa para tudo hoje em dia!), Raposão não poderia deixar de invocar para falar do momento atual que estamos vivendo, que considero a pior ditadura de todas: aquela que nos proíbe de criticar ou até mesmo de comentar sobre poderes que deveriam defender a Constituição Federal (CF), mas, no entanto, parece que não estão, afinal a CF nos concede o direito à liberdade de expressão!

Nas últimas semanas vimos muitos exageros, com pessoas sendo presas por simplesmente falar mal de determinadas instituições (algumas pessoas realmente exageraram, mas serem presas sem o devido processo legal é algo, no mínimo, abusivo), enfim, algo que Raposão não se lembra de ter visto em nosso país nem na época da “ditadura” (como muitos gostam de assim chamar). Algumas pessoas foram presas por “supostamente” financiarem ou promoverem “manifestações antidemocráticas”, e considero isso como algo inimaginável em um país que se diz democrático!

Aliás, essas manifestações levarem o nome de “antidemocráticas”, soa muito esquisito à medida que parece que tal nome foi dado por setores tendenciosos que, convenientemente, enxergam extremismo na “Direita” e tem protegido o radicalismo da “Esquerda”. Muito esquisito!

BRAGANÇA TERRA DA CALCINHA?

Depois do episódio do vereador Ditinho, que em plena “live” de uma sessão da Câmara dos Vereadores, por um grande e enorme “descuido”, “sacou” uma calcinha vermelha e, depois de “analisá-la dos pés à cabeça”, a cheirou quase que prazerosamente, Raposão tem certeza que, depois dos milhões de acessos que esse vídeo teve e da repercussão até internacional (jornais de outros países noticiaram o episódio), não tem como negar: esqueça essa história de terra da linguiça! Bragança virou a terra da calcinha!!!! Atualmente estamos mundialmente conhecidos mais pela calcinha vermelha do vereador do que qualquer linguiça que possa existir, por mais saborosa que seja!!! Agora se isso é bom ou ruim, Raposão ainda não sabe! O tempo dirá…

CICLOVIA

Meeeeuuuu Deeeeuuussss! O que é “aquilo” na Avenida dos Imigrantes, com “canos” delimitando a pista por onde, “dizem”, que ciclistas andarão?

Estão dizendo que é uma ciclovia, mas “apertaram tanto a pista” dos carros que é apenas uma questão de tempo para acidentes começarem a ocorrer. Alô vereador Marcus Valle (o “pai da ciclovia em Bragança”): sei que você não tem culpa nessa “coisa” que foi feita, mas já que você sempre cobrou a construção de uma ciclovia e, com certeza, deve estar “triste” e preocupado com “isso” que foi construído, que tal ensinar como é que se faz ao DFDCDBP ? (Departamento Fazedor de Ciclovia De Bragança Paulista).

Será que o responsável por essa “coisa” é o mesmo da cidade de São Paulo? (lá a “coisa” foi feita igualmente ruim!)

UMA BOA SEMANA A TODOS…      

…lembrando que terça-feira que vem tem mais (se Deus consentir). Ah, Raposão aceita dicas, opiniões, críticas e também elogios (desde já, agradeço!), que podem ser feitos via telefone (11) 9-8353-5626 (TIM) (obs: digite o número “9” mais a palavra “TELEJOAO” “no teclado do tel” que dá esse número! Bem fácil de guardar, não!?), pelo WhatsApp (11) 9-9903-4555 (VIVO) ou pelas redes sociais Facebook (Raposão João Raposo Advogados Associados) e Instagram (joao_raposo João Raposo Advocacia – Raposão). Acompanhe também Raposão no site do BJD (www.bjd.com.br)

– O advogado João José Raposo de Medeiros Júnior é colaborador do BJD desde 1982.

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