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PV

publicado em 16 de junho de 2018 - Por Marcus Valle

Estivemos (eu e o Quique) na reunião do Partido Verde (PV) em Campinas, no último domingo, e lá o presidente nacional, Penna, deixou claro que o partido vai apoiar Márcio França para governador. Para presidente ainda não há definição, mas a tendência inicial é Marina ou Alckmin.

2 – Perigo… perigo

Mais um grave acidente no cruzamento entre a Alameda Quinze de Dezembro com a Rua RinzoAoki, proximidades do campo de futebol ao lado do Tanque do Moinho.

Lá são quatro sentidos de direção e os acidentes são constantes. É um dos locais mais perigosos do município.
Nós (eu e outros vereadores) já pedimos providências várias vezes ao DER (Departamento de Estradas de Rodagem) e à Prefeitura. Mas nada foi feito. Estão anunciando que haverá semáforo no local. Será?

3 – Número de cadeiras

Muita gente nos pergunta sobre se o número de vereadores da Câmara (19 atualmente) é o ideal. É uma questão subjetiva. A nossa Câmara já funcionou com 11, 15 e 19 cadeiras, normalmente. Poderia ter 13 ou 17 também.
Na minha opinião, 15 cadeiras seria mais do que suficiente para garantir uma representatividade de todas as regiões do município, e propiciaria a possibilidade de renovação.

Com 11 ou 13 cadeiras a Câmara funcionaria normalmente, mas como o quociente eleitoral se tornaria alto (quase 10 mil votos por vaga), só os partidos fortes elegeriam seus representantes (não teríamos nenhuma renovação). Importante frisar que só se pode alterar a composição para a outra legislatura (nessa não poderia alterar o número).

O ideal é debater isso a partir do segundo semestre do ano de 2019. Agora, tudo seria precipitado, emocionalizado e…esquecido.

4 – Semáforo

Ficou muito ruim o trânsito com o novo semáforo que substituiu a rotatória perto da Câmara Municipal. Tivemos engarrafamentos em todos os sentidos nesses dias. A Prefeitura diz que irá melhorar, com “sistema inteligente”.

5 – Quase vencido

O Sr. Luciano fez uma indagação em relação a medicamento (captopril) para pressão, distribuído pela Prefeitura. Segundo ele, o lote de remédios tem validade de apenas 30 dias (FUP lote 160442). Pedimos informações a respeito, para saber se compraram medicamentos quase vencidos.

6 – Praça 9 de Julho

Continua a novela nas obras da Praça 9 de Julho. Elas estão atrasadas, e por várias vezes o término foi anunciado em determinado prazo, mas não foi cumprido. Agora justificaram que os serviços pararam por causa de uma caixa de cabos da empresa telefônica (VIVO).

Será que não tinham como ver isso antes?

7 – Desinteresse

Impressionante. Nunca vi tanto desinteresse com a Copa do Mundo de futebol.
Greve dos caminhoneiros, situação política confusa, economia do país delicada, tudo isso faz com que a população se preocupe com coisas mais importantes que o futebol.

8 – Deputados

Em Bragança temos pré-candidatos a deputado estadual. Edmir Chedid (DEM) e Basílio Zecchini (PSB) são os nomes mais comentados. O DEM de Edmir provavelmente apoiará Dória para governador, e Basílio ficará com Marcio França, que é do seu partido.

9 – Eleições

Mesmo com a Copa do Mundo não gerando grande interesse, isso adiará a discussão sobre as eleições de 7 de outubro. Temos a impressão que a eleição de presidente irá cobrir e ofuscar as demais (governadores, senadores e deputados federais e estaduais).

Os líderes na pesquisa até agora: Bolsonaro e Marina têm pouquíssimo tempo na rádio e TV (horário político), fato que poderá desbancá-los dessas posições.

10 – Dica de revista

A revista mensal “Piauí” é excelente. Com cerca de 55 mil exemplares de tiragem, tem bastante influência nos formadores de opinião. Traz reportagens sobre temas variados: política (preponderante), cultura, ciência e atualidades. Vale a pena ler.

11 – Folclore: “pai da vitória”

Em Bragança Paulista, nas eleições de 2012, houve um resultado equilibradíssimo: 32.605 votos contra 32.584 do segundo colocado. Foram apenas 21 votos de diferença, e Fernão Dias foi eleito prefeito. Muitos se diziam responsáveis pela vitória.

Um dizia:
– “Eu arrumei 30 votos”.

Outro dizia:
– “Eu consegui 25 votos na família”.
E assim por diante…

Numa reunião em uma igreja, o pastor disse a Fernão:
– “Na véspera da eleição, eu reuni um grupo que estava em dúvida… e convenci todos… tinha 22 pessoas presentes”.

O Chicão (Francisco Carlos da Costa), que acompanhava o prefeito eleito, não aguentou e disse:
– “Parabéns, o senhor arrumou 22 votos e nós… arrumamos os outros 32 mil”.