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OS – cuidados a tomar

publicado em 30 de junho de 2018 - Por Marcus Valle

Na semana retrasada, o programa “Fantástico” fez uma grande reportagem sobre a corrupção nas Organizações Sociais (OS) que trabalham com prefeituras. No programa, se observa escândalos em vários municípios (a maioria no RS). Empreguismos para amigos e parentes de políticos (pois para trabalhar na Prefeitura se exige concurso e se veda o nepotismo), propinas e verdadeiros mensalões também foram denunciados, além de superfaturamentos.

As OS (que trabalham na Saúde e outros setores), na teoria agilizariam os serviços, por não dependerem de burocracia e licitações para compras de medicamentos e outros materiais. Mas, se não fiscalizadas adequadamente, podem virar um palco de ilegalidades.

2 – Sugestão reiterada

Vários locais públicos poderiam e deveriam ter aqueles relógios digitais que marcam, além do horário, a temperatura (existe um na Praça Raul Leme).

Esses equipamentos podem ser custeados por empresas, mas para isso é preciso fazer licitação.

No Lago do Taboão, Jardim Público e outros parques da cidade (Lago dos Padres, Jardim América, São Miguel etc.) tais equipamentos seriam muito bem vindos.

3 – Biblioteca na Zona Norte

Já pedimos a implantação de uma biblioteca na Zona Norte (Parque dos Estados, Planejada e Fraternidade), que tem grande população e fica numa distância considerável da biblioteca municipal.

O vereador Mario B. Silva, que atua nesses bairros, reforçou o pedido através de Moção.

4 – Ciclovia – DADE

Como a Prefeitura não tem verba própria suficiente (6 milhões), eu e o vereador Quique Brown estamos solicitando que a Prefeitura tente obter junto ao DADE (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias) verbas para construção de ciclovias no município. Para isso é necessário empenho, vontade política e projeto específico.

5 – Estacionamentos – fiscalização

Estacionamentos para idosos e deficientes não são respeitados pelos motoristas. A falta de locais para parar, e a ausência de fiscalização tornaram essas vagas mera ficção.

6 – Projeto de lei – Maus tratos a animais

Dentre várias ilegalidades contra o meio ambiente, estamos fazendo projeto de lei que considera infração por lei municipal, maus tratos a animais domésticos ou silvestres. Isso poderá gerar multas e apreensão dos animais, além da comunicação aos órgãos competentes para tomada das medidas criminais adequadas.

7 – Barulho dos escapamentos

Muita gente está divulgando que Atibaia está fazendo uma fiscalização rigorosa para coibir motos com escapamentos extremamente barulhentos. Pedem para que Bragança tenha uma lei própria a respeito. Na verdade o Código de Trânsito (lei federal) já proíbe o trânsito dessas motos. O que falta é uma fiscalização mais atuante aqui.

8 – Mais uma árvore derrubada

Na Rua José Guilherme (próximo ao Colégio Sagrado Coração de Jesus) já tivemos cortes de árvores. Nessa semana recebemos reclamação com fotografias, de uma árvore totalmente cortada, próximo ao número 342.

Pergunta-se: foi autorizada tal ação?

Enviamos pedido de informações à Secretaria do Meio Ambiente.

9 – Contradições

Continua o “bate cabeça”, informações desencontradas e contraditórias entre secretarias da Prefeitura.
Na Praça 9 de Julho, por exemplo, o próprio Bragança Jornal noticiou que uma Secretaria falava que o estacionamento será de 45º, e outra não. Desentrosamento? Disputa de poder?

Com a licença do prefeito, situação pode piorar.

10 – Boa pergunta

O Sr. Luciano Rezende, novamente enviou denuncia a mim e à vereadora Fabiana, reiterando que medicamentos (Captopril – para pressão alta) que antes estavam para vencer em Junho, continuam sendo distribuídos pela prefeitura em um novo lote, agora com vencimento em Agosto. Pergunta ele, se medicamentos fabricados há quase dois anos, e adquiridos e distribuídos poucos meses antes do vencimento, não seriam mais baratos que os que teriam maior tempo de validade?

O questionamento será feito oficialmente à Prefeitura.

11 – Mais acidentes

Mais acidentes graves nas estradas da região.

Um ciclista foi morto, no acostamento, por um motorista que estaria embriagado e tentou fugir.
Quase 10% das mortes no trânsito no estado, são ciclistas (9,6%), 35,2% motociclistas e 27,6% pedestres.

12 – Folclore

Eu costumo fazer trilhas em matas fechadas, andar de bicicleta em áreas rurais, remar e nadar no mar, lagos, represas e rios. Nesses locais podem ocorrer acidentes, tais como quedas, picadas e ataques de animais, lesões etc.
Mas, afora alguns sustos (cobras e aranhas próximas, e algumas pequenas escoriações na prática dos esportes), nada grave aconteceu.

No domingo passado, fui ao Lago do Taboão e remei de caiaque uma hora, verificando os pontos dêsassoreados. Depois disso, coloquei o caiaque na caçamba da camionete e fui até o Café do Lago tomar um suco e conversar com amigos. Fiquei por lá cerca de meia hora. Me despedi da turma e fui em direção ao carro.

Ali no estacionamento, tinha muitas pessoas perto, e de repente… um enxame de pequenas abelhas pretas me atacou.

As pessoas gritaram para eu me deitar no chão, e assim fiz. Tomei 14 picadas (cinco nas mãos e nos braços, uma nas costas e oito na região da cabeça). Fiquei com inchaço nos olhos e rosto.

Como ninguém mais foi atacado, as pessoas presentes disseram que a camisa verde (muita chamativa) que eu usava poderia ter atraído as abelhas.

Ouvi piadinhas tipo: “as abelhas eram corintianas”, “você é doce”, “foi confundido com uma florzinha” etc.
Até agora… não entendi o que ocasionou o ataque.