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Fechado para reforma

publicado em 25 de setembro de 2021 - Por Marcus Valle

Jardim Público está em reforma desde março, ou seja, há mais de 6 meses. Precisam acelerar essas obras.

2- Prevenção ao suicídio

Cerca de 13 mil suicídios ocorrem no Brasil por ano. Com a pandemia, houve aumento considerável, pois a qualidade de saúde mental da população foi afetada. Necessário prevenir e tratar os problemas.

3- Doação de terrenos a empresas

Pela legislação, Prefeitura não pode mais doar terrenos sem fazer “chamamento público” de empresas, que serão habilitadas, credenciadas e escolhidas (com critérios definidos).

4- Represa baixa – Globonews reportou

O Sistema Cantareira (represas que abastecem a Grande São Paulo) está com menos de 1/3 de sua capacidade. A represa Jaguari – Jacareí, que é parte em Bragança e Vargem, está com 32%. Na semana passada, a Globonews fez reportagem de 6 minutos sobre a questão. Participei por 2 minutos falando na condição de advogado e professor de Direito Ambiental.

5- Uso de água

Vários municípios do estado, além de campanhas educativas, estão (com legislação aprovada) fiscalizando e multando quem desperdiça água lavando carros, calçadas etc.

Segundo a ONU, cada pessoa precisa de 110 litros de água por dia (150 litros com folga). A média de uso no Brasil é 200 litros/dia. Em muitos residenciais, usa-se até 500 litros por pessoa, o que é enorme desperdício.

6- Inadimplência

Assustadores os dados publicados na manchete do BJD no último sábado. Temos 173 mil habitantes, e 50.227 nomes com dívidas no SERASA.

Se considerarmos que dos 173 mil bragantinos, apenas 123 mil têm mais de 18 anos, o quadro é ainda mais assustador – 40% dos adultos são devedores oficiais.

7- No Brasil

A situação do Brasil é pior ainda, 45% das pessoas têm dívidas ou faturas atrasadas (cartão de crédito e contas de luz lideram inadimplência), 69% dos brasileiros dizem que a situação econômica piorou, a inflação está aumentando (próxima a 10% em 12 meses), 67% reduziram o consumo de carne vermelha. O desemprego chegou a 14,4% no 2º trimestre do ano.

8- Liberdade total?

Muita gente me pergunta: A Constituição não garante minha liberdade total?

Repondo…, o direito à liberdade (de expressão de crença, de agir) é garantido no art. 5º da C.F, porém é limitado pelo interesse maior.

Tenho direitos, mas posso tê-los restringidos em prol de interesses maiores.

Cada caso é um caso. Vou dar um exemplo simples: Posso beber um litro de cachaça em casa, mas não posso beber e dirigir veículo automotivo.

Então… não há liberdade total.

9- Paulo Mário

Até agora não se fez justiça ao ex-vereador Paulo Mário Arruda Vasconcellos. Nenhuma homenagem significativa foi feita a ele (que era líder da bancada do Executivo).

10- Trânsito

Muitas críticas na Câmara Municipal (edis Quique, Fábio Nascimento, Miguel Lopes) à atuação da Secretaria responsável pelo trânsito em Bragança.

Há realmente muitos problemas e poucos esclarecimentos.

11- Positivo e negativo

Destaque negativo do “Trânsito” é a expansão da Zona Azul, que criou verdadeira “Zona Morta” nas ruas próximas ao Centro.

Destaque positivo é a implantação de ciclovias, que nenhuma administração fez.

12- Custo

Outro dia denunciaram que a Prefeitura teria gasto R$ 370 mil com carro de som para rodar as ruas falando sobre a pandemia.

Chegaram à conclusão que cada dia custou próximo de R$ 900 a R$ 1.000.

Para dizer se é muito ou não, precisamos saber: 1- Quantos carros rodaram? Quantas horas por dia? 6,7,8,10? A que

elocidade? Média de 20 km/hora? Quantos dias por semana?

Considerando-se tudo isso (preço de combustível + motoristas + desgaste de veículo etc.), dá pra se analisar.

13- Folclore – “Não tinha assumido ainda”

Quando em Bragança foi anunciada a 1ª Parada Gay, em 2008, houve injusta resistência. Os organizadores foram à rádio FM para anunciar o segundo evento, que seria em 2009. No mesmo dia fui convidado para ir à rádio, já que eu tinha sido o candidato mais votado. Eu não era vereador, fui eleito para assumir em janeiro de 2009. Claudio Moreno era o radialista e me apresentou o pessoal da “Parada” no estúdio, dizendo a eles que eu era o candidato mais votado.

Eles começaram a me pedir para arrumar som, segurança e um caminhão da Prefeitura, para a Parada Gay.

Eu disse a eles, justo quando a moça da rádio trazia o café:
– Calma, eu ainda não assumi, gente.

Vi que a moça arregalou os olhos e achei melhor explicar:
– Não assumi o mandato, dona… O MANDATO!!!!