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Coluna do Marcus Valle

publicado em 15 de junho de 2019 - Por Marcus Valle

1 –Pode usar barco nos lagos

Conforme legislação de minha autoria – Lei 4.425/14 – nos lagos urbanos é permitido usar barcos a remo, caiaques, stand-up paddle, prancha a vela, pedalinhos e qualquer embarcação sem motor, desde que com colete salva-vidas (menores de 18 anos têm que ter autorização dos responsáveis). É proibido nadar (a não ser em eventos oficiais).

2 – Barcos no Lago do Taboão

No Lago do Taboão, muita gente pergunta por que não colocam barcos, caiaques ou pedalinhos (no Tanque do Moinho, o Clube de Regatas Bandeirantes tem essas embarcações para os sócios utilizarem). Os vereadores Ditinho, Marcus Valle e Paulo Mario já pediram que permitam esse serviço no local.
Recentemente, uma empresa se interessou (ela tem todos os tipos de barcos) e após conversa com os edis Paulo Mario e Marcus Valle, o interessado, Sr. Jeferson, demonstrou sua intenção em explorar os serviços no local, protocolando documento na Prefeitura.

3 – Bragantino Red Bull – sucesso

O time do Bragantino Red Bull está ótimo. A torcida está motivadíssima (em lua de mel com a equipe). Nos jogos, de 700 a 1000 torcedores (no passado), passamos a ter 5 a 7 mil neste momento.
Sem dúvida… é muito melhor esse elenco. Há grandes chances do time subir para a série A do ano que vem (os favoritos Vitória, América MG e Figueirense estão mal no campeonato) e daí teremos os grandes clubes brasileiros jogando aqui novamente.
Mas, euforia e otimismo à parte, ninguém sabe dos detalhes do contrato (Fusão? Parceria? Incorporação?) entre a Red Bull e o C. A. Bragantino. Espero que o sucesso continue.

4 – Calçadas

Prefeitura de São José do Rio Preto deve regularizar terrenos municipais que não possuem calçadas. A 7ª Câmara de Direito Público do TJSP determinou que a prefeitura, em seis meses, construa passeios públicos e muretas nos terrenos da municipalidade (5 mil reais de multa por dia de atraso). Ação Civil Pública – Ap. 1056777.50.2016-8.26-0575. Desembargador Luís Sérgio Fernandes de Souza (relator), voto unânime.

5 – Calçadas no Centro

Calçadas são de responsabilidade do dono do imóvel.
No Centro da cidade há sérios problemas (buracos, desníveis etc.). Acidentes são constantes. Falta fiscalização e providências.

6 – Caminhões… trânsito

Caminhões de outras cidades que usam Bragança como mero atalho, estão aumentando. Já não basta o trânsito péssimo e os engarrafamentos gerados pelas alterações.A situação se agrava. Pedimos fiscalização junto ao setor de trânsito.

7 – Vagas especiais não são respeitadas

As vagas de estacionamento para idosos e deficientes não são respeitadas. Grande parte desses locais é ocupada por motoristas comuns, que não são fiscalizados.

8 – Sem pintura

Várias faixas de pedestres e lombadas estão sem pintura ou com ela bem apagada. Faz tempo que se reclama sobre essa questão.

9 – Não deve exibir pessoas

Continuo entendendo que a Prefeitura, ao distribuir medicamentos, órteses, próteses, cadeiras de rodas, etc., divulgue os fatos, mas sem exibir fotos das pessoas “agraciadas”. Afinal, não é favor, é um direito.

10 – Dica de livro

A Folha de São Paulo está lançando a coleção “O Melhor de Agatha Christie”, a preço de 20 reais cada livro (um por semana). São histórias de crimes, mistérios, onde o famoso detetive Hercule Poirot, desvenda as tramas e descobre o(s) autor(es) do(s) assassinato(s).
Gostei muito do “Cai o Pano – o último caso de Poirot”. Mas cada semana é um livro diferente, muito gostoso de ler.

11 – Folclore: Perestroika

Eleições na década de 80 para governador, senador e deputados. Um grupo de jovens fazia campanha para o candidato Marcelo Barbieri, ex-MR8 e MDB. Uma jovem e idealista garota, entusiasmada, fazia abordagens, a chamada “boca de urna”, junto aos eleitores (era permitido na época).
Nisso, para um ônibus, e descem umas 20 pessoas, todas simples, da zona rural.
Ela pula na frente deles e diz:
– Pô gente, o mundo está mudando, olha a Perestroika na União Soviética.
Quando ela falou isso, uma senhorinha, assustada disse:
– O que é esse negócio de “peça de troca”?
Eu quase engasguei de tanto rir, e a garota ganhou um apelido: Perê.