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Caminhões cortando caminho

publicado em 26 de setembro de 2020 - Por Marcus Valle

Caminhões têm horário para circular em Bragança. Ocorre que, por falta de fiscalização, eles acabam por “cortar caminho”, causando problemas. É o que ocorre na Rua Itapechinga, Santa Luzia. Caminhões cortam caminho por lá para evitar passar na Avenida Alberto Diniz (no horário proibido). Aliás, nesta rua falta fiscalização também para outros motoristas (alta velocidade é comum).

2 – Radares I

Radares deveriam ser instalados em alguns locais, onde houvesse estudos e fosse necessário, indispensável. Não podem ser “regra”, e sim exceções, sob pena de se tornarem “fábricas de multas” e forma de arrecadação.

3 – Radares II

Algumas reclamações de que radares no semáforo próximo ao posto Europa está multando muita gente. Segundo os reclamantes, o sinal amarelo está rápido demais (ao contrário dos outros semáforos).

Será possível isso?

4 – Crônica da morte anunciada

O cruzamento mais perigoso de Bragança continua sendo o da Rinzo Aoky com a XV de Dezembro, próximo ao campo de futebol do Tanque do Moinho. É uma encruzilhada com quatro caminhos, e com doze sentidos possíveis. Já ocorreram vários casos graves, com vítimas. A Prefeitura já anunciou várias vezes que iria fazer rotatória, ou implantar lombadas e sinalização no local.

5 – Fogo

Se você vir alguém colocando fogo em terrenos, mato etc., denuncie. Se puder (sem correr riscos), filme ou fotografe.
Infelizmente estamos tendo muitos incêndios criminosos.

6 – PROCON

PROCON precisa orientar comerciantes (de diversos setores), que anunciam em cartazes preços promocionais em tamanho grande, e o preço normal do produto em tamanho menor. De acordo com o Código do Consumidor isso é proibido, pois confunde os compradores.

7 – Aglomeração e barulho

Quintas e sextas-feiras à noite (e até a madrugada) dezenas de jovens se reúnem na Rua João Polidori, no Jardim São José, próximo ao portão da USF, com música alta e bebidas.

Dois problemas: aglomerações em plena pandemia e poluição sonora (ferindo a Lei 4.049/09, lei do silêncio).
Essas “reuniões” duram horas. É necessária fiscalização constante.

8 – Planejada II

Outro local onde fazem “baladas musicais” com concentração de pessoas numa rua na Planejada II, aos finais de semana. A reclamação é do leitor Gabriel, que disse ter ligado para a GM e não ter tido retorno.

9 – Lago do Orfeu

Prefeitura, respondendo a questão formulada sobre a reforma da barragem do lago do Orfeu, disse, através da Secretaria de Obras, que estão aguardando a licença da CETESB (ainda não emitida) para iniciá-las.

Todos concordam que a barragem deve ser reparada, mas os moradores pedem que seja feito um projeto alternativo, que preserve as 48 árvores que estão para serem cortadas com o projeto original.

10 – Austin

Bragança Paulista não pode perder o terreno da antiga Austin, que tem mais de 10 alqueires, e poderia ser muito bem utilizado pelo município. O Governo do Estado várias vezes prometeu doar essa área a Bragança. E agora fala em vender. O local sempre ficou abandonado, porque a Prefeitura não podia investir nele.

11 – Número de mortos no mundo

Infelizmente estamos chegando a 1 milhão de mortes no mundo, devido à pandemia do Covid.

O Brasil, que representa 3% da população mundial, tem mais de 14% do total das mortes.

12 – Prefiro o Mico Leão ao Ratinho

Em todo mundo e no Brasil, há uma preocupação muito grande com a proteção e preservação dos animais selvagens (silvestres) e domesticados.

Inclusive, no Direito, há uma tendência a se reconhecer que os animais têm direitos.

Mas na contramão de tudo isso, no ano passado, o apresentador de TV Ratinho disse em rede nacional que se morrerem todos os rinocerontes, hipopótamos e mico leões dourados, eles não fariam falta alguma.

Respondo: se não tivessem programas de TV desse nível de apresentadores, não faria falta nenhuma. Aliás… seria muito melhor.

13 – Folclore: lugar errado

Anos 80, 90. Meu irmão Roberto resolveu levar seu filho Robertinho no parque aquático The Waves, em São Paulo, e me convidou para ir junto. Fomos no Del Rey dele, mas não sabíamos o caminho, e pedindo informações várias vezes, chegamos.

A área era enorme, tinha garagem subterrânea e elevadores, achei estranho.

Subimos os três, de shorts, camiseta e chinelo, e ao sair do elevador, vimos muitas pessoas caminhando (alguns de terno) e uma fonte pequena no saguão. Era o Shopping Market Plaza, no Morumbi. O parque ficava ao lado. Fomos rindo para lá.

Eu gostava de contar essa história, e aumentar “um pouquinho”. Dizia que os dois entraram na fonte do shopping com uma boia de pato. Eles rebatiam dizendo que era mais fácil a turma acreditar que era eu quem nadou na fonte.