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Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas – ONU

publicado em 26 de setembro de 2020 - Por Dirce Guimarães

Quanta pequenez no discurso do Jair Presidente na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas – ONU. Quem produziu esse seu discurso? Pois é, ele não soube aproveitar tão importante momento para dignificar nosso país, nossa gente, nossa cultura, nossas grandezas, como forma de atrair investimentos estrangeiros de grande porte.

Distorceu fatos quando tenta ignorar a gravidade das queimadas no Pantanal e na Amazônia, dizendo que essas queimadas são feitas pelos índios e caboclos no preparo da terra para suas plantações. Quanto menosprezo para com os filhos da terra que diariamente perdem o seu chão, a sua cultura, as suas vidas! Inacreditável ouvir essa sua fala destinada a esse grupo de dirigentes internacionais. Suas abordagens foram desfocadas. Teceu elogios a si próprio e voltou a atacar a imprensa, como de costume. Foi constrangedor.

DAQUI A POUCO COMEÇA A CAMPANHA ELEITORAL OFICIAL. A CAMPANHA NÃO OFICIAL É PERMANENTE PARA AQUELES CUJO OBJETIVO É O PODER. SÓ O PODER

Para muitos, o Poder tem nome e nós sabemos qual é. A sua busca é incessante, a criação das estratégias para chegar ao Poder consome fábulas de neurônios. As estratégias têm que ter sintonias finas com os seus objetivos. Os estrategistas têm que ser verdadeiros arquitetos na montagem das tramas; uma composição errada, mal calculada, pode comprometer a “rede”.

Às vezes, esse “erro” pode ser uma palavra, uma afirmação falada numa hora incerta, num local “contaminado”. E é difícil de reverter essa situação, é como uma pedra atirada num lago calmo, o seu movimento se espalha em ondas concêntricas, nada estanca.

Esses fatos acontecem, não são raros. Estamos falando do mundo político estratificado que acontece nas conversas dos bastidores, nos acordos costurados, na confiabilidade do grupo, na filtragem das informações, na classificação e seleção dos componentes, na descoberta dos olheiros obstinados, os leva e traz, e outros “quesitos” que permeiam os bastidores. Compor o extrato político não é fácil. É difícil montar toda a trama. Pois é, mas, o mais difícil é saber fixar os nós que vão dar sustentação à rede.

É a rede que vai dar o equilíbrio, a unidade, a certeza dos atos. E o porquê desta nossa Conversa? Para contar um pouquinho para aqueles eleitores que apenas votam sem sequer fazer ou pelo menos pensar em fazer a tão necessária pergunta dirigida aos candidatos ao cargo de Prefeito e de Vice-Prefeito e às candidatas e aos candidatos ao cargo de Vereador: “Por que você quer ser Prefeito”? “Por que você quer ser Vice-Prefeito”? “Por que você quer ser Vereadora”? “Por que você quer ser Vereador”?

Todos, experientes ou novatos, vão ficar atrapalhados com a pergunta. É quase certo que as respostas serão carentes de honestidade, de confiabilidade, de respeitabilidade. O histórico dos Poderes Executivo e Legislativo nos respondem com muita clareza essas perguntas.

Enquanto perdurarem os altíssimos salários e as odiosas mordomias, fica difícil acreditar na honestidade dos Políticos que buscam o Poder. Na atual conjuntura podemos dizer que todos conjugam os verbos: somar, multiplicar, enriquecer.

E rezam assim: “Venha nós tudo o quanto mais, não temos limites. Somos artífices da injustiça social. A nossa sensibilidade está blindada. Não enxergamos o sofrimento daqueles que são excluídos dos seus direitos”. É bom que os atuais candidatos pensem em mudar esse quadro e apresentem uma carta/compromisso para nós, eleitores.

Pois é, e a Conversa sobre “Prédios Escolares Municipais: Construções e Reformas” ficou para a próxima. Vai uma dica para quem se interessou pelo assunto: observem os prédios escolares onde estão instaladas as Escolas “Dr. Jorge Tibiriçá”, “José Guilherme”, “Prof. Paulo Silva”, “Cásper Líbero” prédios antigo e novo, “Ministro Alcindo Bueno de Assis”-EEMABA, “Prof. Maria José de Moraes Salles”,”Prof. Nantala El Bádue”, “Prof. Mathilde Teixeira de Moraes”, “Silvio de Carvalho Pinto”. São prédios escolares construídos pelo Estado, analisem suas estruturas e façam suas análises. É um assunto que sugere comparações. Pode ocupar espaço na atual campanha eleitoral.

A C O R D A B R A G A N Ç A ! ! !