Bragantino

Discreto nas contratações, Bragantino procura manter base de 2021

publicado em 4 de janeiro de 2022 - Por BJD
Permanência do atacante argentino Cuello, um dos destaques da temporada, ainda não está confirmada (Foto: Ari Ferreira/Red Bull Bragantino)

Depois de uma temporada bem sucedida em 2021, outro desafio da diretoria do Bragantino, além de reforçar o elenco para manter o nível elevado, é manter a base.

O clube trabalha para definir algumas pendências antes da reapresentação para a pré-temporada, dia 10 de janeiro.

Se por um lado garantiu a permanência em definitivo de peças importantes como Eric Ramires, Luan Cândido e Helinho, por outro ainda não fez nenhuma nova contratação e segue sem definição sobre a continuidade de alguns jogadores.

Entre os jogadores com situação indefinida está o atacante Cuello, titular do time de Barbieri que estava emprestado ao Massa Bruta até o fim de 2021. Clube e jogador têm interesse na continuidade, mas ainda está em negociação com o Atlético Tucuman, que estaria disposto apenas a uma venda.

Apesar de manter a base de 2021 para a nova temporada, a expectativa do torcedor é de que o Massa Bruta traga novas peças especialmente para a disputa da primeira Libertadores na história do clube.

O diretor executivo do clube, Thiago Scuro, já afirmou que o time deve fazer contratações para a próxima temporada. A principal carência é um meia de criação. O time não tem um jogador com essas características desde a saída de Claudinho. Porém, no momento, ainda não foi anunciado nenhum novo nome para o elenco. Comportamento diferente do adotado pelo Massa Bruta nos últimos anos.

Desde a parceria entre o Bragantino e a empresa austríaca Red Bull há quase três anos, o clube tem sido afiado no mercado de transferências.

Na temporada 2020, desembolsou quase R$ 100 milhões em reforços. Fez contratações que chamaram atenção, principalmente, pelos valores investidos. Para contratar o atacante Artur, do Palmeiras, o Massa Bruta desembolsou R$ 25 milhões.

Artur era a contratação mais cara do clube até 2021, quando o Massa Bruta trouxe o meio-campista Praxedes por R$ 35,9 milhões. Também trouxe o zagueiro Natan em um negócio que gira em torno de R$ 27 milhões e garantiu a aquisição em definitivo de Lucas Evangelista, por R$ 7 milhões.

Para permanência de jogadores do atual elenco, o Massa Bruta deve pagar R$ 24 milhões para adquirir Helinho e mais de R$ 12 milhões para o Bahia por 70% dos direitos econômicos de Eric Ramires. Os valores por Luan Cândido não foram revelados.

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