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BragançaPaulista22 Jan 2018


Colunistas


Vida, obra e morte de Wolfgang Amadeus Mozart
Sexta-Feira,  01 DEZ 2017
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 Há 226 anos, em 05 de dezembro de 1791, falecia em Viena, Áustria, um dos maiores nomes da música erudita, Wolfgang Amadeus Mozart. Foi um dos compositores mais importantes da história da música clássica. Seu corpo foi velado na Catedral de Viena, sem nenhuma pompa e enterrado numa vala comum no cemitério da Igreja São Marx.

Mozart nasceu em Salzburgo, Áustria, no dia 27 de janeiro de 1756. Era filho do músico Leopoldo Mozart e Anna Maria Pertl. Desde a primeira infância demonstrou genialidade para a música. Com 05 anos escreveu um concerto para cravo “Minueto e Trio em sol maior”, no índice “Koechel como nº 1. Seu pai Leopoldo, convencido que o filho era um gênio, organizou um programa de estudos e primeiras excursões ao lado da irmã de 10 anos que também tocava cravo. Depois começou a se apresentar em salões lotados e também para o príncipe Carlos de Lorena em Bruxelas.

Em 1770 foi à Itália, enquanto que em Viena Mozart era eleito Mestre de Capela Honorário. Em Roma foi condecorado pelo papa com a “Cruz de Esporim de Ouro. Passou três meses em Bolonha onde aprendeu os segredos de contraponto e lá conseguiu uma vaga na Academia Filarmônica Bolonhesa. Visto como um “virtuose”, sentia-se como um músico compositor.

Aos 16 anos Mozart foi promovido a Mestre de Capela em Salzburgo. Em 1777 partiu para Monique e em Mannhein experimentou o piano “Stein”, com o qual ficou deslumbrado; foi quando escreveu a “Sonata para Piano em Dó Maior” e aos poucos foi abandonando o cravo em favor do piano.

Em 1882, casou-se com Constanze Weber. E de 1881 a 1886 foram os anos mais produtivos de Mozart, compôs várias óperas, como “O Rapto de Serralho” (1781), “As Bodas de Fígaro” (1786), Músicas de Câmara, Quartetos, concertos e outros. A partir de 1786 o compositor começou a declinar e mesmo com o sucesso de suas obras enfrentou problemas financeiros e de saúde. No ano de 1791 compôs suas últimas obras, entre elas a “Flauta Mágica”, “Clemencia de Tito” e a missa fúnebre “Réquiem”.