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BragançaPaulista21 Jan 2018


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Licitações
Sábado,  18 NOV 2017
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 Na administração passada acontecia... e muito se criticava. Continua acontecendo nesta. Licitações são suspensas e/ou corrigidas pelo Tribunal de Contas. Será que é tão difícil acertar? Impressionante.

2 – Empate e impasse

As eleições da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Bragança, foi bem inusitada.

Além de impugnação de chapa, ordem da Justiça para a oposição concorrer, o resultado foi empate: 32 x 32.

O impasse vai continuar.

3 – Pobre lago

Lago do Taboão. Situação crítica. Bancos quebrados, parquinho mal conservado, tubulação de águas pluviais em frente ao “CeQui Sabe” (mera referência) com despejo suspeito, lixo em grande quantidade nas águas (garrafas, copos, plástico etc.), assoreamento aumentando. Nas margens falta de lombadas (retiradas), aumenta a insegurança por alta velocidade praticada.

4 – Clube Literário

E o Clube Literário? Ele tem enorme importância histórica, e atualmente tem menos de 50 associados pagantes. Mal tem como se manter. Prefeitura pode ajudar, fazendo convênio para utilizar piscina e outras dependências.

5 – Rápidas

1 – E o IPTU complementar? Não se esqueçam de que o prazo vai até 30 de Novembro. Não deixem para os últimos dias.

2 – Eu sabia que a Prefeitura iria recuar em relação à pressão do vereador Paulo Mário. Não me surpreendi nem um pouco. Todos saíram enfraquecidos da trapalhada desse projeto (o prefeito pela indecisão, o vereador pela dificuldade de ser atendido, e os procuradores pelo desprestígio que foram submetidos).

6 – Se a moda pega

Uma quadra de malha foi demolida pela administração municipal no Jardim Júlio Mesquita. Motivo: o local estava abandonado, com muito lixo, e se tornou ponto de encontro de marginais. Não era usado para sua real destinação.

A “solução” para o local é questionável. É como se quebrar o termômetro para combater a febre.

Se a moda pega, iremos fechar a Praça do Matadouro, o Bosque dos Eucaliptos e outros locais onde não há devida conservação e policiamento.

7 – Descarte de resíduos de construção civil


Ulisses Lo Sardo esteve presente na Comissão de Justiça e Meio Ambiente da Câmara para relatar fato relativo a recolhimento, transporte e destinação de resíduos da Construção Civil.

Relata que há 7 (sete) anos é proprietário de uma empresa de caçamba no município e que tem possibilidade legal de recolher, transportar (outros também podem) tal material. Mas informa que é a única empresa que tem licença especial da CETESB para destinação de tal material. Ele alega que outras não têm tal licença e o município não fiscaliza o que elas fazem com o material recolhido (se levam em local adequado, o que tem um custo de combustível, ou descartam na natureza, lagos, rios, terrenos baldios ou estradas).

Por fim, ele diz que é prejudicado comercialmente por cumprir a lei, pois tem custo bem maior de operação, e que há enormes possibilidades de que muito material seja descartado ilegalmente, com enormes prejuízos ao meio ambiente. Sua denúncia é grave. A Comissão, composta pelos edis Marcolino, Claudio Moreno, Marcus Valle, Basílio e Ditinho, solicitará informações da Prefeitura a respeito.

8 – Categorias de entulhos


Segundo a lei, os resíduos sólidos da construção civil são divididos em várias categorias. Uma delas, de telhas, pisos normais e tijolos podem ser usados para pavimentar estradas.

As outras categorias: madeira, papel, isopor, material perigoso (amianto, etc.) têm que ser recolhidos separadamente, e não podem ser misturados.

9 – Denúncia grave


O vereador Quique Brown fez grave denúncia na última sessão da Câmara. Mostrou através de fotos que a Prefeitura contratou um tipo de equipamento e pagou por som de qualidade inferior e mais barato. O caso teria ocorrido em diversas oportunidades. O caso terá que ser investigado e se refere à Secretaria de Cultura.

10 – Folclore


Eu estava em companhia do irmão de um político (que era meu adversário) e cotado como candidato a prefeito. Na condição de advogado, o acompanhei até a delegacia de polícia num caso de acidente de trânsito.

Ao chegar lá, o funcionário que nos atendeu quis me agradar, e disse:
- O senhor precisa ser candidato a prefeito.

Eu agradeci, mas disse que não pretendia, e ele respondeu:
- Seja candidato, não da para votar naquele canalha e .... citou o nome do irmão do meu cliente.

Antes que a coisa se agravasse (não tinha como consertar) eu disse:
- Olha... esse moço que está comigo é irmão dele.

O funcionário ficou branco como cal... e tentou disfarçar, tremendo disse:
- Eu acho ele boa pessoa. Só contesto o partido que ele se filiou.

Mudei de assunto, e o atendimento foi rápido, o policial super tenso.

Na saída, eu e o meu cliente rimos muito. O irmão não foi candidato, e ele disse que não contou o ocorrido.