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BragançaPaulista18 Jan 2018


Colunistas


Ra, Ré, Ri, Ró, Rua... (I)
Sábado,  11 NOV 2017
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 CAROLINA MARIA DE JESUS, descrita por Audálio Dantas> “Carolina e a favela que se tornou conhecida no mundo inteiro” é também com Ra, Ré, Ri Ró, Rua... manifestação de descontentamento e muito à frente de valores sociais, patriarcais e outros já não consagrados mercê da rebeldia dos mais angustiados nesse imundo mundo político. Ela e muitos outros conquistaram a voz e alcançaram a liberdade para protestar.

Na cantiga ora apontada tem uma parte assim: “Você chega de madrugada/ Fazendo arruaça e xaveco/Além de não comprar nada/Ainda quebra meus cacarecos”. Ela provocou a reflexão! Afinal, qual é a relação dela com a política municipal? Vamos lá!

RA, RÉ, RI, RÓ, RUA... (II)

VEREADORES
adoram expor seus trabalhos e ainda cobrar melhorias ao Poder Público e dele se aproximar. Fiscalizam todas as ações desenvolvidas pela Administração Municipal? Sei não. Muitos cumprem o mínimo.

Adotam um tipo de protocolo para marcar presença. Quanto desperdício de milhares de votos conferidos pela população. A Câmara não é terra de ninguém. Ela, por definição, é a Casa do Povo! O povo está assustado e insatisfeito.

Será que... o que se refere ao setor público é política pública? Não! Políticos, consultores, analistas, técnicos e outros tipos de auxiliares, na grande proporção desses cargos, não carregam conhecimentos para os exercícios das próprias atividades. Currículum vitae que não assegura nada. Exceções existem... Ainda bem!

RA, RÉ, RI, RÓ, RUA... (III)

PROBLEMA SÉRIO
é a multiplicação das vozes que estampam as críticas sobre o nosso Governo Municipal e até causa surpresa, afinal, experiência e comando é marca de Jesus Chedid. No entanto, campanha eleitoral não se revela no curso desse mandato e acusam-na de haver fabricado falsas expectativas e, pior ainda> os problemas crescem como fermento, e a aposta política pregada na fase de campanha eleitoral de uma administração pública com participação cidadã, infelizmente está água abaixo...

Os planos, objetivos e metas estão distantes e, fundamental que haja mais criatividade e menos filosofia política. Acreditar e apostar cegamente nas habilidades de todos os escolhidos para os diversos cargos é insistir em equívocos que estão pipocando com incrível velocidade e intimidando o povo. Muitos já esculpiram imagens negativas.

RA, RÉ, RI, RÓ, RUA... (IV)

NEGAR
a existência de problemas de fundo é uma loucura minha: não há dinheiro para tudo. Há como mudar tal cenário: governar não apenas para as pessoas, mas notadamente com as pessoas. Para tanto, suficiente não alarmá-las.

Plano Diretor suspenso pela Justiça, IPTU complementar em plena época de crise, acessibilidade questionada, REFIS confuso, planejamento em vários casos irreconhecível, Saúde criticada na Casa do Povo (?).

Mudança é fundamental para eliminar vícios e alcançar com alguma probabilidade de êxito os conhecidos problemas malditos. Administração Pública invoca eficiência e eficácia como formulação imparcial, apartidária, equânime e justa (abusei em sinônimos).

Técnica para resolver muitos problemas: diálogo! Nós seres humanos somos sim egoístas e quando necessário colaborativos por natureza. A política diante de tantos escândalos e adjetivos mais contundentes está desacreditada, desprestigiada e vou além: deslegitimada!

Desabafei... Não sou dono da verdade, tão somente sincero e objetivo quando me atrevo comentar. É um vício, nunca um hábito! Não sou uma sarna> QUANTO AO (RA, RÉ, RI, RÓ, RUA) CADA UM INTERPRETE COMO QUISER!!!

ATÉ A PRÓXIMA!

SARNA<>
“Uma das poucas distrações que restam aos pobres.” (Agripino Griecco)