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BragançaPaulista18 Jan 2018


Colunistas


Experiência e comando (I)
Sábado,  04 NOV 2017
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 JESUS CHEDID foi eleito em 1992 como o 39º prefeito de Bragança Paulista, tendo como vice-prefeito Márcio Villaça (PMDB). Iniciou seu mandato em 1º de janeiro de 1993 e já na Câmara Municipal com maioria simples > Adilson Leitão Xavier (PFL), Amauri Sodré da Silva (PFL), Antonio Monteiro (PFL), Arnaldo de Carvalho Pinto (PFL), João Soares de Souza Lima (PSL), José Benedito de Oliveira (PDT), Luiz Sperandio (PSL) Juliana Sacilotto (PFL), Luiz Francisco Villaça (PFL) e Mauro Baúna Del Roio (PFL) Presidente. Oposição não rigorosa tinha na bancada> Adalberto Letício Alessandri (PSD), Gilberto Romani (PSDB), João Affonso Sollis – Jango (PMDB), José Eduardo Supionne Aguirre (PSDB), José Jozefran Berto Freire (PSDB), José Sérgio Conti (PSD), Paulo Mário Arruda Vasconcellos (PSD), Paulo Miguel Zenorini (PT) e Regis Lemos (PSDB). Aliás, muito contribuiu na aprovação de importantes e significativos projetos.

EXPERIÊNCIA E COMANDO (II)

PRIMEIRO BIÊNIO
foi mais tranquilo e raramente ocorreu discordância acirrada nas votações de razoável número de projetos de leis e outras providências assumidas pelo Chefe do Executivo e que tinha como Chefe de Gabinete Elmir Chedid (PFL), também suplente de deputado federal. Já nos dois anos finais a oposição ficou mais resistente, notadamente os vereadores: Paulo Mário, Jango, Regis e Paulo Miguel. Presidia a Câmara Municipal José Benedito de Oliveira (Ditinho) e muito trabalho para superar discussões com caráter de posicionamento pessoal.

Uma sessão tumultuada ocorreu quando Márcio Villaça substituiu Jesus Chedid por onze dias, em 1996. Aí, a questão já envolvia a sucessão municipal, afinal, nomes estavam em cogitação e o que se discutia nada tinha a ver com o projeto de doação de áreas

O nome do engenheiro-chefe do Departamento de Obras, Luiz Roberto Liza Sanchez apontava como opção para suceder Jesus Chedid. Não existia ainda a reeleição! Edmir Chedid eleito deputado estadual com votação expressiva em Bragança Paulista e outros municípios, conseguiu amenizar o ambiente político, porém, vários nomes da bancada situacionista quase melaram a aprovação de projeto. Jesus Chedid reassumiu o cargo e de vez sepultou com pá de cal qualquer debate nesse sentido. Suspense> ninguém reclamou! Bateu na mesa...

EXPERIÊNCIA E COMANDO (III)

FATOS IMPORTANTES
: Administração cujo lema era> “União-Trabalho- Honestidade”> Plano Habitacional> diminuição de 55% do déficit existente e urbanização do Jardim Paturi; canalização do Ribeirão Anhumas-Lavapés e percorrido por Mário Covas, então governador, em carreata com Jesus Chedid, deputado Edmir Chedid, Elmir Chedid e várias autoridades.

Canalização e despoluição do córrego Cândido Fontoura e tudo com recursos do Tesouro Municipal. Desapropriação da madeireira na margem do Lago do Taboão; construção dos Centros de Integração, Lazer e Esportes (Ciles); aquisição de 75 máquinas e veículos; rotatórias; melhorias nas estradas rurais; cratera com mais com dois mil metros quadrados em desastre geológico na margem do Lago do Taboão exigiu imediata providência e desde então nada mais lá ocorreu. Outras obras e serviços mereceram igual tratamento.

Não se cuida aqui de política partidária. O propósito é lembrar um governo que marcou época e faz parte do livro que está em fase conclusiva e relata ainda administrações anteriores e publicadas no Bragança Jornal-Diário, sob minha responsabilidade, com informações coletadas de insignes cidadãos e rendo aqui a minha homenagem ao ilustre Doutor João Hermes Pignatari que forneceu dados valiosos, verdadeiros e revelou muito que apenas constará no livro. {“O tempo é que é a matéria do entendimento.” -Guimarães Rosa}

ATÉ A PRÓXIMA