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BragançaPaulista16 Jan 2018


Colunistas


Gerações (I)
Sábado,  09 SET 2017
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 CONHECIDA por Geração da Internet> “Y” é constituída por pessoas nascidas entre os anos 80 e início dos anos 90, tendo em vista que formam o contingente do novo mundo, ou seja, totalmente globalizado.

Sem nenhuma dúvida tal geração tem uma característica a mais> busca por inovações! Outra geração compatível com ela é a “Z”, formada por pessoas nascidas no espaço definido pela metade de década de 90 e 2010. São gerações com vocações afins, no entanto, a “Z” é impaciente para algumas atividades e ávida pelo imediatismo no universo das novas tecnologias.

A geração “X” engloba pessoas nascidas no período compreendido entre o final dos anos 60 até o início dos anos 80. Embora criada em 1950 por Roberto Cappa, para rotular o contingente nascido na década de 40, ela também inclui os nascidos no início de 1960 até o final dos anos 70.

John Ulrich, escritor norte-americano, destacou o grupo ‘X’> “(...) sem identidade aparente, que enfrentaria um mal incerto, sem definição, um futuro hostil. Um futuro pós-guerra, um tempo de incertezas e de guerra fria, de polarização entre o bem e o mal, entre Estados Unidos da América e União Soviética.” No entanto, conforme estudiosos dessas gerações, John Ulrich cometeu equívocos.

GERAÇÕES (II)

GERAÇÃO “X”
tem duas espécies classificatórias: 1) a partir dos anos 40 ocorreu o “boom”, ou explosão demográfica, notadamente nos Estados Unidos da América. Influenciada pela TV e protagonista de movimentos que modificaram a cultura e até o papel da mulher na fase dos hippies, feministas e roqueiros, a partir dos anos 60.

Essa parte da geração “X” escapou da incerteza e conseguiu definir um futuro. Alguns estudiosos separam tal segmento e o denominam de “Baby Boomers”. 2) A geração “X” na verdade é a mais próxima da “Baby Boomers”> pessoas nascidas entre a metade dos anos 60 até 1980. Vivenciou transformações notáveis como o surgimento da rede mundial que criou outro mundo.

Foi ela que revelou interesse e preocupação ecológica. Considerando tais algumas diferenças, não é errado considerar geração “X” como a fusão das gerações> a partir dos anos 40 + período entre a metade dos anos 60 até 1980. GERAÇÃO “Y” tem uma marca notável: primeira geração globalizada e usa a tecnologia desde a infância. A Internet é fundamental para desenvolver e estabelecer relações pessoais mesmo à distância. Revela sim preocupação com as causas sociais. GERAÇÃO “Z” está sempre conectada.

Os integrantes dessa geração desconhecem ou ignoram o mundo sem computador e despreza todas as fronteiras geográficas. É a geração com intensa dificuldade com a interação social. Tem mais> expressiva parcela padece com a falta de intimidade com a comunicação verbal.

Alguns especialistas atestam que a geração “Y” sofre o mal da capacidade de ser ouvinte. Excessivamente desconfiada. Segundo, Sérgio Luiz Baena Souza/Mestrado-Administração/Universidade Potiguar/Natal> “(...) um dos aspectos marcantes é a velocidade com que obtêm as informações e a fácil irritabilidade quando estas não lhes chegam rapidamente. Pesquisadores acreditam que são pessoas na sua maioria individualistas, e que terão grande dificuldade em realizar trabalhos em equipe e em compreender a si mesmos.”

CONFLITOS DE GERAÇÕES

INEVITÁVEL
e o campo das relações intergeracionais e do potencial conflito aumentam em setores até então imunes. Importante ressaltar que não se avalia aqui quem está certo ou errado. O ditado popular “cada cabeça é um mundo” traduz exatamente o nó da questão. Políticos de gerações diferentes, em algumas situações revelam o mesmo perfil: CORRUPÇÃO! Nesse detalhe não há divergência. Oportunamente volto ao tema.

POR AQUI

VIAS
importantes foram recuperadas e não provocam os solavancos que atormentam os motoristas, no entanto, o perigo reside no excesso de velocidade de veículos e das motos. Falta fiscalização!

Difícil acreditar na explicação do secretário de Finanças, Luciano Aparecido de Lima, que em resumo assumiu uma troca de documentos. Tabela publicada nada tem de comparativo de preços “praticados nas cidades da região”. Não posso acreditar nessa desculpa, afinal, os valores “tabelados” ou indicados ostentam preços. O prefeito Jesus Chedid não tolera “equívocos”.

Jardim Europa padece com os apagões repentinos e a Energisa sabe a solução: substituição de transformadores!

POR ÚLTIMO

Alfred de Musset: “A política é uma delicada teia de aranha em que lutam inúmeras moscas mutiladas”

ATÉ A PRÓXIMA