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BragançaPaulista18 Jan 2018


Colunistas


Água escorrendo e lixo no lago
Sábado,  09 SET 2017
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 Na terça-feira, pela manhã, vi muita água escorrendo no Lago do Taboão, através de uma tubulação de águas pluviais (não chovia), próximo aos bares. Precisa ser verificado.

Havia também muito lixo no lago

2–AM virar FM

A Radio Bragança AM é tradicionalíssima e funciona no 1.310 do rádio. Sua pretensão de se transformar em FM está parada na burocracia de Brasília.

3 – Caminhões

Caminhões. Continuo afirmando, melhorou o trânsito, mas o Decreto necessita de algumas alterações. Uma delas é a liberação dos caminhões de Bragança, proibidos de transitar entre as 7h00 e 9h00, e das 17h00 às 19h00. Há prejuízos à economia local.

4 – Cartão escolar


Cartão Escolar é adotado em algumas cidades. Papelaria é cadastrada, e o aluno compra onde quiser. Dinheiro roda na cidade e o preço pode compensar. Vereador Basílio apresentou pedido para se estudar. Interessante. Tempos atrás, apresentei a proposta (em outra administração), mas não foi implantado.

5 – Paradoxo


Projeto do vereador Quique Brown que obrigava a publicação da lista dos pacientes da Saúde, foi rejeitado na Câmara Municipal. Projeto semelhante foi aprovado na Assembleia.

6 – Altos e baixos


O C. A. Bragantino, teve um ano atípico, com grande sucesso no acesso à 1ª divisão do Campeonato Paulista, e enorme possibilidade de descenso da série C para a D no Campeonato Brasileiro (não depende mais de suas próprias forças, mas de combinação de resultados). Pequena torcida (cerca de 700 pessoas nos jogos locais), troca constante de técnicos e jogadores, colaboraram para campanha inconstante.

7 – Contra a natureza

O Governo Federal, para tentar salvar Michel Temer, fez concessões a deputados federais que custam fortunas (do dinheiro público). O pior de tudo foi atender a bancada ruralista e ligada aos mineradores, reduzindo a proteção de enormes áreas. Atentado contra a natureza. A repercussão negativa é enorme na imprensa internacional.

8 – Direito Penal: nem 8 nem 80

A Lei Penal brasileira tem uma grave falha, tipo 8 ou 80. Classifica estupro não só a relação sexual forçada, como qualquer ato libidinoso (o que muitas vezes é um exagero, pois condenar a 6 anos de reclusão a quem “deu um beijo à força” é desproporcional).

Mas para evitar esses exageros de punição, os juízes têm corretamente aplicado a contravenção “importunação ofensiva ao pudor” (que a princípio só puniria frases de cunho sexual deselegante, sem toques físicos). Mas, em alguns casos a pena é muito pequena. Falta na lei um tipo intermediário “molestação sexual”, com pena maior que a contravenção e menor que estupro.

9 – Mortes naturais


Morrem por ano no Brasil, cerca de 45 mil pessoas por acidentes de trânsito.

Assassinatos (homicídios e latrocínios) chegam a 57 mil.

Suicídios Consumados no país são cerca de 12 mil por ano.

Como se vê, são quase 120 mil vidas perdidas, de forma violenta, não natural.

Tais índices podem ser reduzidos com medidas educativas e preventivas.

10 – Detetives particulares


Em filmes americanos a gente vê a atuação de detetives particulares em casos criminais e civis.

No Brasil, embora existam detetives, suas atuações não são tão comuns (usa-se muito aqui, para casos conjugais).

Mas agora, entrou em vigor a lei 13.432/17 que dispõe sobre esse tipo de profissional e sua atuação dentro das normas legais, podendo inclusive ser contratado por vítimas ou acusados, de forma oficial, mas com autorização do delegado de polícia.

11 – Criatura contra criador

Alckmin enfrentou Serra, Goldman e FHC para impor seu candidato a prefeito de São Paulo, Dória. Matarazzo deixou o PSDB por causa disso.

A ingratidão “veio a cavalo”, ou melhor, “veio de avião”, rapidíssima.

A criatura se vira contra o criador.

Dória tem mais chances numa eleição presidencial que Alckmin.

Tem os votos do centro (que Alckmin tem) e rouba votos de Bolsonaro (o que não acontece com o governador).

Alckmin é, na minha opinião, um candidato muito mais preparado que Dória, mas...

12 – Folclore

Às vezes, só às vezes, muito “às vezes”, eu sou distraído. Num final de semana fomos (eu e Rosana) a um jantar na casa de uma amiga. Demos carona ao Marcinho, que deixou a moto guardada em nossa casa.

Por volta da 1 da manhã, resolvemos ir embora e nos despedimos de todos (várias pessoas ainda continuaram lá). No meio do caminho, ao apalpar os bolsos, notei que havia esquecido o celular. Pedi para Rosana ligar pra turma que estava na casa, e quem atendeu disse:

- Poxa... vocês esqueceram tudo aqui.

Eu estranhei e disse:
- Esquecemos o celular.

A resposta foi esclarecedora:
- Esqueceram o celular, sua carteira, o batom da Rosana e pior... o Marcinho.

Em tempo: nenhum de nós estava bêbado.