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BragançaPaulista18 Jan 2018


Colunistas


Capivaras
Sábado,  15 JUL 2017
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 No Lago do Taboão e outros locais estão aparecendo (e se reproduzindo) capivaras.

Em 2010, chegamos a ter centenas e, em virtude do risco de doenças, o IBAMA autorizou que elas fossem abatidas, mortas (tal como ocorreu em Campinas e outros locais).

Não nos conformamos com isso, não queríamos matá-las, mas sim capturá-las e removê-las para outros locais da natureza. Acionamos a Prefeitura, e o Dr. Ricardo Nakahira, procurador federal, e eles entraram com uma Ação Judicial na Justiça Federal (Proc. Nº 0002216-24-2010. 4. 03. 6123).

Na ação contra o IBAMA e a SUCEN, que queriam eliminar as capivaras, os autores conseguiram que os animais fossem capturados, salvos e soltos na natureza. A sentença é de 2011.

2 – Capivaras estão se reproduzindo


Importante frisar que a sentença da Justiça Federal prevê: a proceder às ações necessárias no sentido de capturar, confinar, manejar e encaminhar no todo ou em parte, os animais silvestres (capivaras) que estejam atualmente ou futuramente (grifo nosso) venham a ser encontradas nos lagos urbanos desta municipalidade, indicadas nessa ação, para local que atenda as necessidades ambientais para sua sobrevivência (sob acompanhamento do Ministério Público Federal). Resumindo: não é necessário nova ação ou procedimento administrativo para remover as capivaras.

3 – 60 km por hora

Absurdamente o DER confirmou que em toda a estrada Bragança – Itatiba (Rodovia Alkindar Monteiro Junqueira), a velocidade máxima é 60 km/h.

Eles oficiaram que não acatam a nossa sugestão de aumentar a velocidade. Fábrica de multas e riscos maiores.

4 – Lâmpadas

Reclamação. Falta de lâmpadas (escuridão) na Rua Francisco Silva Leme, próximo ao Hospital da USF.

Local de grande movimento.

5 – Caminhões

Pra que proibir caminhões de Bragança de trafegar durante alguns horários (das 17:00 às 19:00 e das 22:00 às 9:00). Bastaria proibir o trânsito dos que cortam caminho pelo município para fugir do pedágio.

Mas... “porque simplificar se podem complicar”. Esse é o lema?

6 – Projeto difícil de apresentar

Vários municípios já fizeram legislação proibindo que rojões e fogos com estampidos sejam usados. São permitidos nessas cidades, apenas os que são silenciosos (aliás, muito mais bonitos).

Protocolei projeto semelhante na Câmara (até porque muitos animais sofrem e, ou, morrem de estresse com rojões). Mas não consegui sequer as assinaturas necessárias para entrar com o projeto.

7 – Verba do Instituto Federal

Sobre nosso pedido para que deputados federais intervenham para que o Instituto Federal de Bragança tenha suas verbas repostas (elas foram reduzidas), o deputado Wanderlei Macris (PSDB) acusou o recebimento do nosso oficio e encaminhou pedido ao Ministério da Educação.

8 – Parques novos

Dos três parques entregues pela administração passada, dois deles estão bem conservados pela atual administração, são eles o do Lago dos Padres e das Araucárias (que margeia a Variante do Taboão até o trevo).

Já o Parque do Jardim América, atrás do Fórum, foi entregue sem ponte (incompleto), e até agora não foi feita. Além do mais, a falta da ponte é, além de incomodo, um perigo. O mato estava alto e depois de reivindicarmos a Prefeitura cortou.

9 – Sabesp

Todo mundo (ou quase) reconhece que a Sabesp faz um excelente trabalho no que se refere ao fornecimento de água a população. São poucos problemas, pontuais. Em geral o serviço é excelente, mas a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) só foi feita depois de 30 anos. Há críticas no que se refere a buracos que abrem (e consertam mal) no asfalto para obras, e também a falta de investimentos no município.

Acredito que o atual prefeito obviamente prefere renovar contrato com a Sabesp. Mas só pode fazê-lo em condições iguais ou melhores do que a proposta que a Sabesp fez para a administração passada e que seu grupo político trabalhou contra.

Uma nova empresa é um plano B, um risco, mas que só se tornaria opção se não houver acordo com a Sabesp.

10– Folclore Des(emocionou)

O Júlio é um cara muito emotivo e impulsivo. Certa vez, quando viajava de carro, um amigo lhe contava sobre um conhecido dos dois que estava doente, e precisava fazer um tratamento, mas não tinha dinheiro para comprar os medicamentos (500,00 reais). Júlio ouviu, seus olhos marejaram e ele disse:

- Fala pra ele que eu compro os remédios

O amigo ficou exultante:
- Nossa... que legal, ele vai ficar muito feliz, chegando em Bragança vou avisá-lo.

Quinze minutos depois, chegaram.
Júlio disse pro amigo:
- Sabe... na hora que você me contou a história, eu fiquei muito emocionado, mas agora desemocionei (sic). Não fale nada de eu comprar os remédios.

O amigo olhou pasmo e depois gargalhou.
Daí, o Júlio disse:
- Tá bom... eu ajudo com 150,00 reais.
E ajudou