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BragançaPaulista18 Jan 2018


Colunistas


Raposão e a Saúde
Sexta-Feira,  30 JUN 2017
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 Desde o início Raposão já alertava que essa tal “terceirização” da Saúde não era, e não é, a melhor forma de gerir esse setor que pode ser considerado o mais importante de uma cidade. Além do mais, como já afirmei várias vezes, se for para terceirizar tudo, então para que elegemos nossos governantes?

Pois bem, Raposão crê que já está chegando a hora de dar adeus a esse modelo de gestão, que demonstrou ser muito nocivo, quer pela parcela de dinheiro que sai a título “de lucro” da empresa (óbvio, afinal uma empresa tem como finalidade maior o lucro, “lucro” esse que se fosse a própria Prefeitura a gestora da Saúde, não existiria e, consequentemente, haveria mais dinheiro para se aplicar na própria Saúde), quer também pelos indícios de “corrupção” que surgem “pelo Brasil afora”, onde empresas gestoras de Saúde estão sendo acusadas de “maracutaias”.

Mas, “pera” aí Raposão!? Por aqui não há nada disso, nem indício e nem nada! Para que generalizar?

Como diria o velho ditado: melhor prevenir do que remediar!

NADA EFICAZ

Raposão lembra que na época que a gestão do ex-prefeito Fernão Dias foi “terceirizar” a Saúde, a “desculpa” dada foi principalmente a “agilidade” que a gestora terceirizada teria, por exemplo, em efetuar compras de remédios, pelo fato dela não estar sujeita às licitações, que sempre atrasam ou burocratizam o sistema.

Sem dúvida alguma que licitações são burocráticas, mas elas foram justamente criadas assim mesmo e com a finalidade de coibir ou inibir corrupção. Alguém já pensou nisso?

Portanto, o caminho a seguir é a administração municipal voltar a gerir ela própria a Saúde, como sempre foi feito, e gente competente para isso ela tem, e de sobra! Quanto ao processo burocrático das licitações, com certeza, com muita organização e programação, isso será tirado de letra e não haverá falta de remédios por isso não!

COLÉGIO SÃO LUIZ E A “MÁGOA”

Tem uma coisa que “magoa”, e muito, o cidadão e a população em geral, é ver obras paradas, onde dinheiro e mais dinheiro foram gastos e nada daquela obra andar!

A verdade é que diante de tantas denúncias que ocorrem pelo Brasil afora, hoje quando vemos uma obra parada há tanto tempo, isso acaba soando ao ouvido do cidadão que ali houve “erro”, que ali houve “corrupção”. É essa a imagem que o brasileiro tem.

Raposão se refere à reforma do Colégio São Luiz, mas, note que Raposão “não está” afirmando que ali tenha ocorrido “corrupção”, superfaturamento ou qualquer coisa desse tipo, estou apenas relatando a imagem que tal obra causa na cabeça do cidadão, ou seja, basta ver uma obra parada e com tantos milhões gastos, para o cidadão já pensar em “coisa errada”.

O governante deveria pensar mais nisso, pois isso age contra a imagem dele próprio, algo como uma publicidade negativa.

A verdade é que esse colégio já passou pela “competência” de dois prefeitos (iniciou-se com Jango e continuou com Fernão Dias) e o prédio continua do mesmo jeito (se é que não está pior!?) e, pasmem: apesar de tanto dinheiro gasto ali e de tanto tempo desprendido, já há notícias de que algumas paredes do colégio estão para ruir. Inacreditável!

Uma coisa eu garanto: com o que já foi gasto ali, uma pessoa “normal” em uma obra normal, já teria feito 10 vezes mais do que já foi feito por lá até agora. Alguém duvida?

Como se vê, parece que precisa surgir uma operação Lava-Jato também no âmbito municipal, atingindo todos os munícipios brasileiros, para começar a investigar com profundidade esses tipo de obras públicas.

Peço ao nosso Ministério Público (MP) que olhe com mais atenção aos contratos, valores pagos, o que foi feito até agora e o andamento dessa obra com mais atenção, afinal, só nos resta apelar aos membros do MP, a nossa “última” salvação.

E vamos torcer para que a atual administração consiga “desenrolar” essa “bucha”.

Aguardemos...

VAMOS PINTAR ?

Em geral, todas as lombadas da cidade estão sem pintura adequada (tirando as situadas no centro, pois receberam pintura com o novo asfalto que foi feito por lá, aliás, um belíssimo trabalho que há muitos anos Raposão não via ser feito aqui em Bragança) e isso se torna um perigo aos motoristas.

Para citar apenas um exemplo, vou me referir às lombadas do Jardim Europa, que chamam atenção negativamente, pois estão sem nenhuma pintura e sem sinalização vertical adequada, especialmente as situadas na Avenida Europa, onde a iluminação onde elas se encontram é bem deficitária!

Alô Prefeitura: que tal dar “uma olhada” nisso e pintá-las urgentemente?

Aguardemos...

CONVENCIMENTO

Tatuagem virou uma espécie de moda e é comum ver pessoas terem, inclusive algumas já não tão jovens.

Pois bem, outro dia estava numa roda de amigos e o assunto foi uma tatuagem nova que uma determinada pessoa tinha feito, aí outra já mostrou uma que também tinha feito, e por aí foi.

Como Raposão não tem tatuagem nenhuma (por opção própria, pois “campo” para tatuar Raposão tem de sobra!), logo a conversa chegou até mim e a pergunta foi fatal: Ô Raposão, por que você não faz uma tatuagem?

Respondi sem pestanejar: Você por um acaso já viu por aí uma “Ferrari” com adesivos em sua lataria?

Obviamente que fui embora sem ouvir a resposta.

FATALIDADE

O grave acidente que acabou deixando dois mortos quase em frente uma escola no Jardim Santa Helena, chama a atenção de como essa vida é imprevisível ou traiçoeira. Infelizmente o motorista causador do acidente teve um mal súbito e o carro avançou em alta velocidade, “já pilotado por ninguém”, acabando por causar essa tragédia.

Apenas agradeço que, mesmo diante de tal tragédia, ela não tenha ocorrido mais cedo, quando crianças estariam adentrando à escola, pois o número de mortes poderia ser bem maior.

Raposão se solidariza com as famílias envolvidas e espera que Deus conforte a todos.

Um bom final de semana a todos, lembrando que esta Coluna é meramente fictícia, com verdades e inverdades (cabendo s você, leitor, descobrir qual é qual?), e na sexta-feira que vem tem mais (se Deus assim consentir), lembrando que Raposão aceita dicas, opiniões, críticas e, é lógico, elogios (desde já, os agradeço), que podem ser feitos via e-mail, telefone (ver ambos abaixo), “sinais de fumaça” ou cartas para redação do BJD, situada à Av. Antônio Pires Pimentel nº 957, Centro, Bragança Paulista, CEP 12914-000.

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ADVOGADO João José Raposo de Medeiros Jr. é colaborador do BJD desde 1982. Contatos pelo e-mail joao_raposo@ terra.com.br ou pelo tel. 9-8353-5626 (cel. TIM) (digite o número 9 mais a palavra “TELEJOAO” no teclado do tel que dá esse número, bem mais fácil de guardar, não?) ou pelo Whats App (ZapZap) 9-9903-4555 (cel. VIVO).