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BragançaPaulista22 Jan 2018


Colunistas


Ufa! Parece que começamos a sair do estado terminal
Sábado,  25 FEV 2017
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 Nesta semana, no dia 22, quarta-feira, comemorou-se o Jubileu de Prata da ASES – Associação dos Escritores de Bragança Paulista. Seus sócios-fundadores foram tenazes, persistentes, souberam enfrentar e vencer as pedras do caminho. Hoje a ASES tem sua sede própria, é reconhecida culturalmente e no mundo literário tem obras internacionalizadas e premiadas dos seus escritores.

Na trajetória, a ASES avolumou o seu quadro, e, além da produção literária, incentiva e divulga a cultura com eventos promocionais que extrapolam nossas fronteiras. E nós, nos seus 25 anos de existência, nos sentimos orgulhosos de termos aqui cidadãos “eternizadores” da cultura. Parabéns!

UFA! PARECE QUE COMEÇAMOS A SAIR DO ESTADO TERMINAL. O SOPRO DE VIDA RETORNA

Nossa Bragança chegou ao fundo do poço. E nós sabemos que a sua recuperação é demorada, demanda planejamento, tempo e dinheiro. Em termos da operação tapaburacos e limpeza das ruas, já começamos a visualizar. Notamos a presença assídua de servidores nas ruas carpindo o matagal.

É a presença do experiente Anizinho, secretário municipal de Serviços, fazendo a sua parte com determinação. Em termos de segurança, o comandante Bertin, secretário municipal de Segurança, colocou a guarda civil municipal nas ruas e praças, restabelecendo a nossa segurança e coibindo a ação de bandidos. Percebemos uma ação integrada com a Polícia Militar e uma sintonia fina com outras secretarias.

Esse fato ficou evidente na abertura do carnaval, os blocos, uma verdadeira massa humana, tomaram conta das ruas, e não foram registrados boletins de ocorrências. Pessoas certas nos lugares certos. É isso aí, prefeito! Vamos continuar com os nossos registros, frutos de observações e conversas.

Parece que a Câmara Municipal ainda está azeitando a sua engrenagem. Não se pode ficar no “feijão com arroz”, naquela rotina improdutiva, vereador precisa ter planejamento de suas ações, conhecer as competências do Executivo e as atribuições de cada secretaria municipal para poder exercer a sua fiscalização e não ficar no aguardo de cobranças feitas pelos cidadãos.

Vereador precisa estar nas ruas, nas praças, na zona rural, nas repartições públicas, verificando suas ações. É constante ouvir esta afirmação dos cidadãos: “na hora de pedir voto, o candidato a vereador faz-se presente, depois de eleito, some”. Isso é bem verdade.

Não vemos grandes proposituras. Não fazem jus ao que recebem. Daqui a pouco o segundo salário do ano legislativo. E nós pagamos os quase R$ 12 mil mensais e mais mordomias. É Brasília na nossa Bragança.

AQUI NO BRASIL SE CONVENCIONOU EM AFIRMAR QUE SÓ SE COMEÇA A TRABALHAR APÓS O CARNAVAL

E nós vamos conferir. Já cansamos do jogo do “faz de conta”. Vamos assumir a nossa condição de cidadão. Vamos exercer a nossa dupla função de cidadãos: cumprir os nossos deveres e cobrar os nossos direitos. Pagamos altíssimos impostos sobre todos os produtos que compramos.

Pagamos imposto de renda sobre os salários. Pagamos tudo, tudo, com a promessa dos governantes de que teremos escolas públicas com qualidade, atendimento integral à saúde, segurança, emprego, moradia, transporte, lazer, que devem gerar respeito e dignidade para o cidadão.

E o que temos? Temos uma casta de usurpadores dos nossos direitos; uma casta que usa o nosso dinheiro para as suas mordomias pessoais e familiares. E não contentes com toda esta exploração oficial, muitos ainda montam uma rede com a finalidade de roubar quantidades fabulosas do nosso dinheiro.

São uns matadores em série de cidadãos que ficam sem atendimento médico, sem remédios, sem saneamento básico, sem escolas, sem emprego, sem comida nas panelas. Passemos a ser observadores, críticos, questionadores; passemos a cobrar respeito e dignidade. Eliminemos o “medo”, assumamos a condição de “patrões” e elaboremos as nossas regras e cobremos o seu cumprimento.

Ah! Se nossos professores fossem cidadãos com a missão principal de formar alunos, desde a tenra idade, dentro dos princípios da cidadania. Teríamos outro Brasil. Os gestores da educação são meros reprodutores dos que estão no poder.

É por isso que o piso salarial do professor é a ínfima quantia de R$2.200 mensais. É a forma de manter a base da pirâmide social inchada, como instrumento da manutenção do poder. Menos cultura, mais fácil a manipulação.

E vamos ao carnaval ! ! ! Pois é.

A C O R D A BR A G A N Ç A ! ! !